Após o Apocalipse zumbi acontecer, Louise Milton Collins, encontra um grupo de sobreviventes que acaba se tornando sua responsabilidade, entre eles o homem por quem ela se apaixona, Daryl dixon.
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Louise Collins.
Passamos horas caminhando até ouvir um sino tocar, e com a esperança de ser Sophia, corremos até a igreja ficando totalmente frustrados novamente assim que descobrimos ser cronometrado. Não havia nada ali, além dos mortos. Carol chorava em prantos falando com a imagem de Cristo, perguntando se era um castigo, eu sinto tanto por ela. Shane já estava sem paciência, demonstrando total desinteresse pelas buscas.
-temos que ir embora, o pessoal já está exausto.-Shane esclareceu eufórico para Rick que não o fez.
-não podemos ficar parados.-eu disse para Shane a defesa de Rick.
-ainda temos muito chão para cobrir, tem o outro lado do riacho.-contradiz Shane.
-se ela ouviu o sino, deve estar por perto.-Rick negou já irritado.
-ela pode estar em muitos lugares.-Shane disse o contrariando.
-eu não posso voltar, ela ter se perdido foi culpa minha.-Rick assumiu a Shane que riu sarcástico. Não é culpa dele, apesar de todos o olhar como se fosse.
-estão fazendo você duvidar de si mesmo.-Shane falou para o Xerife. Ele fazia Rick duvidar de si mesmo e nem percebia isso.
-e você duvida de mim.-Rick perguntou com o cenho franzido.
-esse não é o momento para isso, precisamos continuar.-lembrei firme me interferindo na pequena discussão. Logo nós três voltamos para o grupo que nos aguardavam.
-pessoal, acho melhor vocês voltarem para o acampamento junto com o Daryl. Eu, Rick e Louise vamos continuar a procura.-Shane explicou autoritário.
-tem certeza disso?-Dixon questionou com sua besta. Shane que assentiu.
-quero ficar com vocês, sou amigo dela.-Carl pediu para seu pai que ficou pensativo por alguns instantes.
-toma cuidado, tá bom. Como você cresceu.-Lori falava se despedindo do filho. Enquanto me afastei apenas esperando Rick. Enquanto a maioria voltava para a estrada, nos quatro adentrávamos cada vez mais dentro da floresta silenciosa.
-Louise olha aquilo, é um cervo.-Carl sussurrava, ele sorria de orelha a orelha. O cervo era enorme e lindo, Carl se aproximou lentamente do animal enquanto todos olhavam, antes que alguém notasse, um disparo foi feito atravessando o cervo que caiu, a bala se alojou no pequeno Carl que estava perto demais, antes que desse conta do que aconteceu o menino ja estava no chão inconsciente.
-não, meu deus não.-Rick dizia com a voz embargada correndo até o filho, o pegando no colo. Logo um fazendeiro apareceu com uma espingarda na mão, antes que dissese despejei um soco em seu rosto.
-eu não o vi. Tem uma fazenda. Harshel pode ajudar, siga em frente.-Diz o homem assustado. Não tinha tempo para descontar minha raiva, meu desespero era tanto.