Miguel
Violet me beija com tanto desejo que sinto seu corpo tremer contra o meu. Agarro sua cintura e correspondo de forma intensa. Essa mulher consegue ser minha perdição.
Não há uma parte do seu corpo que eu não a toque e tenho certeza que seu pudesse teria mais de duas mãos, apenas para que eu pudesse tocar cada canto de sua pele.
Desgrudo nossas bocas e encaro seu rosto, que está vermelho por conta do beijo e do atrito da minha barba em sua pele. Vejo que seu olhar está diferente do normal, ela não parece uma menina doce e amorosa. Agora ela parece uma mulher que deseja que aliviem seu tesão, e eu como homem dela, vou fazer exatamente o que quer.
Cheiro seu pescoço, rosnando com o aroma delicioso do seu perfume. Ela é cheirosa pra caralho! Aproveito esse momento para marcar a pele macia do seu pescoço.
- Está me marcando? - Violet arfa.
- Você é minha, Violet, e quero que todos saibam disso. - Rosno agarrando seus quadris com força.
Ela me olha com os brilhando. Parece que gostou da minha possessividade, porque em seguida, Violet puxa meu rosto em sua direção, fazendo com que eu me curve para ficar na sua altura. Ela arranha meu pescoço deixando minha pele arrepiada, e depois desfere um chupão que eu tenho certeza que ficará uma marca grande.
- Estamos quites. - Violet diz vitoriosa. - Você também é meu, Miguel.
Se fosse qualquer outra pessoa falando isso, eu riria da cara da dela. No entanto, quando minha mulher fala algo assim, sinto vontade de jogar ela na mesa e passar a noite inteira dentro dela. Sei que tenho que ir com calma com Violet, mas ela está tornando tudo muito difícil.
Seguro-a pela bunda e erguo seu corpo, colocando suas pernas envolta da minha cintura. Começo a subir as escadas, em direção ao quarto dela. Temos ficado nele desde que começamos a nos relacionar. Não dormimos juntos, porque se não, não consigo me segurar perto dela, então, fico um pouco no quarto dela e depois vou para o meu. Não gosto que Violet vá pra lá, porque me faz lembrar daquela noite em que tive uma overdose. Quero esquecer completamente o que aconteceu e criar memórias novas.
Abro a porta do cômodo, segurando seu corpo com um braço e a maçaneta com o outro. Chuto a porta para fechar e a coloco no chão, beijando-a furiosamente em seguida. Violet geme contra minha boca enquanto finca suas unhas em minhas costas.
Vou descendo minhas mãos lentamente até chegar na barra do seu vestido. Eu o arranco do seu corpo deixando ela apenas de lingerie. Analiso cada centímetro do seu corpo. Violet ganhou mais curvas desde que chegou aqui, seus peitos, quadris e bunda estão maiores, deixando ela mais gostosa ainda.
Ela me encara com o rosto vermelho por ainda sentir vergonha de estar seminua na minha frente, porém ela tem que se acostumar. Pretendo vê-la dessa maneira muitas vezes ainda.
Chego próximo ao seu corpo, observando ela entreabrir os lábios ofegantes. Tomo sua boca intensamente enquanto agarro suas nádegas com força, dou um tapa ardido em seguida fazendo ela gemer.
- Gostosa... - Murmuro enquanto mordo seu lábio inferior.
Faço Violet se deitar na cama e vou por cima dela. Continuo beijando sua boca, enquanto passo minhas mãos em seus peitos e os aperto. Ela arqueia as costas se entregando às sensações completamente. Eu aproveito esse momento para tirar seu sutiã e liberar seus peitos gostosos.
Começo os beijando suavemente, até que passo minha língua por volta da sua aréola. Violet fecha os olhos e joga a cabeça para trás. Chupo o biquinho, dando uma leve mordiscada, fazendo ela revirar os olhos. Eu poderia fazê-la gozar apenas chupando seus peitos, mas quero que ela goze na minha boca.
Desço meus beijos por todo seu tronco e quando chego em sua calcinha, beijo e acaricio por cima do tecido. Minha mulher geme baixinho.
- Ah, Miguel...
- Fala o que você quer. - Insisto.
- Me chupa. - Ela diz decidida e isso me deixa mais excitado ainda.
Rasgo a calcinha do seu corpo de uma vez, ela solta um gritinho assustada.
Arreganho suas pernas e não perco tempo caindo de boca na sua boceta. Ela está completamente molhada, então não tenho dificuldade em deslizar minha língua por ela toda. Me concentro no seu clítoris sentindo suas pernas começarem a tremer, mas Violet não vai chegar ao ápice nessa posição.
Seguro suas coxas virando-as logo depois. Deixo ela de quatro com a bunda gostosa empinada pra mim. Observo bem ela nessa posição, seguro meu pau para tentar acalmá-lo enquanto penso que ainda vou fode-la dessa jeito. Acaricio suas nádegas e desfiro um tapa em cada uma.
Me ajoelho no chão e faço com que Violet se aproxime mais ainda da borda da cama. Vejo suas duas entradas totalmente expostas pra mim. O homem das cavernas que habita se manifesta com força, por saber que tudo isso é só meu.
Volto a chupá-la com afinco. Lambo toda sua intimidade enquanto Violet volta a gemer alto enquanto rebola em meu rosto, molhando minha barba.
- Isso, rebola na minha cara, gostosa... - Minha voz sai mais rouca que normal por causa do tesão.
Ela se movimenta junto comigo até que tem finalmente seu orgasmo. Passo minha língua por sua boceta, provando seu prazer e sentindo seu gosto em minha língua. Depois, Violet caí de lado na cama, completamente ofegante.
Me levanto para observar a cena. Ver minha mulher pelada, toda arreganhada e gozada, é a visão do paraíso.
- Eu quero mais, amor. Muito mais... - Ela murmura. Não ignoro o seu "amor", mas ao ver ela levantar do nada e engatinhar na minha direção, me tira o foco. - Agora é minha vez.
Me surpreendo com sua segurança ao falar isso. Sei que ela é virgem e inexperiente, então esperava que eu tivesse que guiá-la em tudo, mas pelo visto, para minha felicidade, ela não tão inocente quanto eu pensava.
Seus dedos desabotoam minha calça e a abaixam, me deixando só de cueca. Aproveito esse momento para tirar o tênis com a calça junto.
- Quer me tocar? - Eu pergunto ainda sem acreditar.
- Por que parece surpreso? Sou virgem, mas não sou santa.
Me surpreendendo mais ainda, Violet abaixa minha cueca deixando meu pau escapar. É a primeira vez que ela o vê, seu olhos se arregalam quando vê o tamanho, mas não se deixa abalar.
- Vai me chupar como uma boa putinha? - Falo para provocá-la, no entanto percebo que ela me encara com mais tesão ainda. - Então, alguém gosta de ser chamada de puta entre quatro paredes?
Violet parece meio incerta de revelar se quer ou não ser chamada assim, mas não importa. Ela minha de todas as formas, tanto quanto minha primeira dama para a comunidade, como minha puta na cama.
Sem delongas, minha mulher segura meu pau e dá uma lambida, como se estivesse testando. Seguro um rosnado rangendo os dentes. Violet começa com movimentos irregulares e incertos, mas depois vai pegando o jeito.
Ela segura meu mastro com força enquanto põe o máximo que pode na boca e a parte que não cabe, masturba. Eu apenas faço um rabo de cavalo com seus cabelos com minhas mãos e a ajudo com os movimentos. A visão é tão excitante que tenho certeza que vou gozar em pouco tempo.
- Porra, caralho... vou gozar. - Movimento minha pélvis contra sua boca completamente descontrolado, fazendo ela engasgar um pouco. - Relaxa a boca, vou gozar nela.
Dito e feito, depois de mais algumas arremetidas, eu urro como um animal e despejo meus jatos em sua garganta.
- Carajo... - Xingo ainda me recuperando do orgasmo.
Violet limpa o canto de seus lábios e me olha maliciosa.
- Pega a camisinha, Miguel. - Engulo em seco olhando assustado para a mulher a minha frente.
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A Mulher do Chefe
RomanceEla é filha de um milionário e se encontra presa num casamento arranjado. Ele é líder de de uma gangue e não quer se envolver com nenhuma mulher. Ela foge em busca de sua liberdade. Ele oferece proteção. Ambos não conseguem evitar a atração que sent...
