#32 🤍

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O mundo é covarde!
E percebemos isso quando decidimos sair das telas e encarar a realidade.
A covardia do mundo, aos poucos está nos levando em um poço sem fim. Onde nele, infinitas infelicidades.

Ana:

Em meia solidão solo do carro fechado, observo pela janela um enorme movimento no posto de saúde. Já está mais do que na hora de ir pro trabalho, Jk tá demorando muito naquele postinho. Penso que deve ser algo importante, já que ele mandou eu ficar no carro, mas quem disse que eu iria obedecer a sua ordem?

Enquanto sinto a ausência do homem, penso nos próximos passos para minha investigação. Talvez eu deveria me encontrar com a Freira novamente, ou deveria visitar um dos lugares proibidos. Fiquei bastante curiosa para visitar a delegacia, já que é um dos lugares que meu pai me proíbe visitar.

Não demoro muito nos pensamentos e já abro a porta do carro e saio a procura do Jk. Caminho lentamente em direção a entrada do local observando o movimento lá fora.

Olho pra frente e vejo um homem vindo em minha direção. Viro meu corpo com um impulso do empurrão de ombro que o homem me deu.

An- Ow!! Olha por onde anda!! - olho brutalmente pra ele.

Após esbarrar em min o homem me olha de cima pra baixo.

Lr- opa!! Foi mal aí princesa!! - se desculpa e rapidamente me olha observando cada detalhe do que via.

An- perdeu alguma coisa? - fico encomodada da forma que ele me olha.

Lr- não, mas ganhei tesão só de olhar - passa a língua entre os lábios ainda olhando meu corpo mesmo coberto por roupas de frio.

Me aproximo dele olhando em seus olhos após perceber um volume constrangedor despertando o homem e me fazendo sentir um enorme nojo.

An- se eu fosse você, não faria isso. Você não iria querer ter suas bolas cortadas!! - ameaço o homem como uma psicopata.

Dou as costas pra ele e caminho lento ao local em minha frente.

Lr- quanto é a diária?? - Grita o homem.

Fecho os punhos e sem pensar nas consequências, me viro fazendo o homem sentir um peso forte em seu rosto. Ele quase cai pra trás com o murro depositado em seu rosto.

Meus olhos ardem de ódio e minha mão doe do forte soco que eu dei em seu rosto. Olho pra ele e só consigo ver um sorriso debochado estampado em sua cara enquanto passa a mão em seu rosto.

Avisto ele levantar a sua mão direita em minha direção. Antes de qualquer ação sua, desvio de sua mão que tenta me bater e dou uma joelhada em sua barriga.

Ele se curva devido a dor e aproveito a posição do homem e sem pensar muito chuto fortemente seu ponto fraco abaixo fazendo ele dar um leve grito me chamando de Vadia.

Ouvir aquilo foi o suficiente. Não paro nem por um segundo e continuo agredindo aquele homem sem parar, usando todas as forças da raiva que juntei até aqui. Seu corpo todo estava sendo esmurrado por min, menos o seu rosto.

Após me cansar, paro de agredir o homem e respiro fundo. Minha respiração estava desregulada e meu cabelo estava levemente bagunçado.

An- da próxima vez, eu arranco suas bolas - dou as costas e observo as pessoas olharem pra mim.

Sinto braços rodearem minha cintura me puxando pra trás. Sinto dor na minha cintura devido os sintomas. O homem me agarra me precionando em seu corpo me fazendo sentir brutalmente seu ânus em min.

//Eu te prometo, nunca.\\... Joker e AnaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora