gente deixei uma fotinha de como seria o apê da Day, pois sou muito visual. espero que gostem do capítulo.
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— Qual o endereço do seu hotel? — perguntei tirando sua mão de minha perna, ouvi ela dar um longo suspiro.
— Não fiz nenhuma reserva. — confessou.
— Vai ficar caro pegar uma noite assim, não que te seja um problema. — senti meu rosto ruborizar com a minha fala sem noção — Não me entenda mal, eu apenas acho que não vale a pena. — quase implorei para que ela entendesse o que eu realmente quis dizer.
— Eu entendi, mas o que deveria fazer? Passar a noite na rua? — a ouvi rir — Isso sim sairia caro. — me mantive em silêncio.
Não quero que ela pense que sou um brinquedo, que ela chama toda vez que quer algo e depois me joga no meio do quarto, sei disso porque vi alguns e a garota curte muito isso. Ela ter colocado a mão perto do meu pau para sugerir "aproveitar o momento" foi baixo, ela sabe como me sinto e isso me preocupa, pois para ela estar jogando assim comigo, provavelmente não é recíproco. Mas se ela quer jogar, vamos jogar. Estou solteira há anos, eu sei jogar muito mais que ela.
— Tenho um quarto sobrando. — ela me olhou surpresa — O que foi? Não tem vista para a praia, mas é lindo, tem piscina e você terá seu banheiro. — consigo ver a indecisão em seu lindo rosto — Não estou te pedindo em casamento Carol, estou te oferencendo um quarto grátis, comida e uma ducha quente, amanhã você decide o que quer fazer. — dei de ombros.
— Teremos muito contato? — só se você quiser, baby.
— Não, amanhã estarei trabalhando. — ela soltou um som mostrando que compreendeu — Não é porque somos inimigas que não vou cuidar de você. — usei meu melhor tom sarcástico, ela riu.
— Inimigas... — seu sorriso de apagou.
Ela tinha os olhos mais lindos que já vi, o sorriso mais doce e gentil, mas que agora ele transmite um ar de poder. Ela sabe o que quer e não tem mais questões para resolver, Caroline parece apenas querer viver a vida de uma forma leve, ela sabe exatamente o que deseja e o que deve fazer para alcançar seus sonhos. Isso me encanta ainda mais, mas me faz pensar que talvez não seja o que eu queira para a minha vida. Outro talvez é que eu deva deixá-la ir da forma mais leve que eu puder, para não precisar nos magoar ainda mais já que ela tem meu coração em suas mãos.
— O que me diz? — ela soltou um risinho.
— Eu aceito. — corri com o carro pelo sentido oposto de onde estávamos indo.
Rumo a minha casa.
Assim que chegamos avisei o porteiro sobre precisar de mais uma vaga, por sorte ele me deixou ficar na vaga que era dos meus antigos vizinhos. Estacionei o carro e descemos indo em direção ao último andar e último apartamento do corredor. O silêncio se instaurou entre nós, o que era chato, pois tínhamos muito a conversar e nos reconhecermos.
— Uau! Eu achei que seu apartamento seria todo dark com quadros de rock e poltronas pretas. — falou rindo.
— Um quarto de sadomasoquismo... — completei — Ótima ideia, talvez eu mude. — ela me deu um tapinha no ombro com aquele enorme sorriso.
Ela foi caminhando pelo ambiente e olhando cada decoração, estava buscando algo meu que talvez nunca tenha visto. Meu apartamento consiste em um assoalho de madeira, ambientes claros e o mais aberto possível. Eu amo luz, amo tomar café vendo a luz do sol bater em meu sofá e receber todo o ambiente pelas manhãs.
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The Lake House (Dayrol)
FanfictionLondres: tempos atuais. Fui enviada da Califórnia para cá na tentativa estúpida de resolver mais um caso. O que eu não acho ruim, viajar tem sido meu alicerce para fugir de alguns problemas pessoais, mas não há nada de bom em casos assim. Uma garo...
