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Desce ,
junto com camadas de pele
pelo ralo,
o osso estrala
e num estalar
(de dedos).
Desce a humanidade
pelo ralo
onde só há vaidade
que em grossas camadas sintéticas
são a síntese
do que foi a humanidade.
Já perdeu a racionalidade,
agora aguarda a validade.
E que o tempo passe devagar,
enquanto vai divagando
em meio ao vapor
onde não há a que se opor.
Desce,
o que já foi significativo
num corpo ativo,
vivo.
Desce pelo ralo.
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Bluebird
PoetryProsa e verso. Um compilado de contos, crônicas, poemas e cartas sem um destinatário especifico, e com um remetente qualquer. Alguns dos textos também estão no meu blog.
