Estação nove ¾

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[ ANOS DEPOIS ]

Draco caminhava sorridente ao lado de Harry. Mais a frente, Sirius e Alvo caminhavam encrencando um com o outro.

O Conjurador observava seus dois filhos. Frutos de um amor tão puro como o dele e Draco. Isso o fazia lembrar-se de tudo que já havia acontecido todos esses anos. Agora seus filhos criariam sua própria história. Agora seus filhos iriam pra Hogwarts. Uma jornada nova, vida nova.

— Harry? — Ouviu-se o grito de Hermione.

Hermione e Harry se abraçaram o mais forte que podiam. Assim que o abraço acabou, Hermione abaixou para beijar a testa de seus dois sobrinhos.

— Como vai tia? — Perguntou Alvo.

— Ótima, querido. E você? Animado?

— Nervoso eu diria.

O Maquinista gritou para todos entrarem no trem e logo Alvo, Sirius e Rosa embarcaram.

— Jantar lá em casa? — Convidou Harry.

[ ... ]

Harry deitado na cama ao lado de Draco, teve sua mente levada a quatorze anos atrás com onze anos, em Hogwarts, brigando com Draco sobre saber escolher seus próprios amigos. Depois um ano mais tarde, salvando Gina da câmara secreta. Um ano depois, libertando Sirius Black da prisão e condenação. Mais um ano, vencendo o torneio tribruxo. Depois criando a Armada de Dumbledore. Mais tarde, vendo seu diretor sendo morto, depois a guerra contra Voldemort.

Estava lembrando do seu primeiro beijo com Draco, sua primeira noite, seus momentos de tristeza, brigas, loucuras, medos, guerras e problemas enfrentando juntos tudo aquilo. Seu casamento, seus filhos, sua lua de mel, estava tudo tão perfeito.

Ele esperava que com a saída dos filhos dele de casa, seu casamento voltasse a ativa. Nada daquela coisa de não gostar dos filhos, porém ele precisava deste tempo. Parecia que eles não se amavam mais como antes, o medo tomou ele.

Draco estava começando a se afastar de Harry, e ele a se magoar com tudo que Draco fazia de errado, que eram muitas coisas!

Tudo estava bem, quando termina bem. Porém mal, quando as coisas desandam...

— Harry amor? — Ele ouviu Draco acordar.

— Oi?

— Está pensativo? — Um selinho se fez.

— Draco? Você ainda me ama como me amava no começo?

— Claro que não. Nada acaba como começa, a cada dia meu amor por você cresce e se aperfeiçoa. Eu te amarei até o dia em que Merlin ressuscitar! —Os dois riram.

— Sempre?

— E para sempre!

— Okay!

Às vezes, um simples gesto de amor causa mais dores ou curas que qualquer outro junto. Não é porque aquele tipo de amor não é normal, que seja errado.

Always? Okay!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora