Conhecendo os amigos

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        Volto para o quarto após tomar meu café da manha e ele está deitado de barriga pra cima num aparente sono gostoso. Tem como resistir a esse monumento todo? Tenho certeza que você iria ter a mesma ideia que estou tendo agora.

        Subo de mansinho na cama e ele nem se mexe, mostrando que está num sono pesado. Passo a mão por todo seu corpo, o apreciando e paro em cima do seu membro. Umedecendo meus lábios com a língua, faço alguns carinhos em sua grandiosidade, já quase em ponto de bala e ele se mexe.

        —Se quiser chupar, é só chupar, não fica salivando. —ele fala com sua voz de sono e mais sexy impossível.

        —Já que insiste. —falo sarcasticamente e abaixo sua cueca para uma melhor visão.

         Desço meu tronco até sua carne cheia de nervos e ali o satisfaço, fazendo-o acordar da melhor forma.

         De quatro na cama, abaixo meu corpo em seu pau, lambendo sua glande que deixa escapar uma gota, mas a chupo cheia de tesão. 

          —Hmmmm.... Que boca gostosa...

          Sua voz gemendo gostoso é um gatilho para que eu possa fazer minha tarefa empenhada. Querendo assistir a tudo, ele ergue seu corpo ficando sobre seus cotovelos, tendo o melhor lugar para o show.  Envolvendo sua ponta com minha boca, desço até sua base, ou até a metade, e subo repetindo o processo varias vezes. 

           Seu sabor levemente salgado me faz desejar por mais e assim, com a ajuda da minha mão, o chupo ao mesmo tempo que o masturbo, fazendo seus gemidos se alterarem.

         —Quero gozar dentro de você. 

          Fala me interrompendo e me fazendo virar na cama, pegando a camisinha no criado mudo, em seguida, iniciando um maravilhoso sexo matinal.

***

          — Vamos la na cozinha. Vou preparar o café da manha pra você. —falo após o banho, enquanto acabamos de nos vestir. 

          Ele concorda com um seu famoso sorriso no canto da boca e se vira pra ir na cozinha, não resisto, pulando em suas costas rindo.

          —E aquele papo de que acordaríamos ao meio dia? —questiona rindo do meu atrevimento, ainda comigo nas costas.

            —Eu não consigo. Sempre acordo cedo e ligada no 220 volts. — informo rindo e desço de sua costas.

            —Você sempre sonhou em ser engenheira? —indaga enquanto faço o sanduíche dele.

            Na verdade, eu cresci vendo o trabalho do meu pai e acabei gostando dessa profissão. Eu a amo, mas não chegou a ser um sonho. —respondo acabando de colocar as fatias de frios no sanduíche.

         —E qual seria o seu sonho? — questiona e respiro fundo antes de responder, entregando a refeição a ele, pegando o suco de caixinha na geladeira para oferece-lo.

          —Talvez eu te assuste. —o preparo e ele sorrir me induzindo a continuar. —Eu sempre sonhei ser mãe. 

         —Te assustei, né?! —pergunto para descontrair, ja que fica me olhando, mas não fala nada.

          —Não, mas eu estou surpreso.— diz pensativo. —É um grande sonho e não costumo ouvir isso com freqüência. 

         —E o que o seu ex pensava sobre isso? Planejavam ter filhos? —indaga levando o sanduíche na boca, arrancando o primeiro pedaço. 

Que nada me impeça de te amarHistórias para pegar e não largar. Descubra agora