Capítulo VII

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- Responde quem é você... - Falei com os olhos arregalados.

- Calma, sou seu amigo. - Falou com um sorriso de psicopata.

- Não, você não é.

- Hm... Fiquei tristinho agora, você nã oquer ser meu amigo. - Brincou.

Ele aproximou-se de mim e eu afastei-me no mesmo ritmo de seus passos.

- Afaste-se de mim! Estou lhe avisando, melhor se afastar...

- O que vai fazer comigo, me matar? Que legal! Gosto muito de matar também. - Riu.

- Gosta, é? Mas quem vai te matar sou eu!

- Então venha, deixe de falar tanto. 

Realmente, não tinha pra onde fugir e nem como matá-lo, ele parecia ser muito mais forte que eu e estava armado, o que faria?

Caralho... Para onde eu vou, tenho problemas. Talvez o destino era eu morrer logo agora, invés de ficar indo pra cá e pra lá só tentando fugir, sendo que não tinha fuga. Era uma rua sem saída. 

- Me mate. - Falei.

- Não.

- Me mate, pode me matar. Quero morrer logo. - Falei.

- Não.

- Me mata, porra. Deixa de ser fracote. Por que não me mata? - Perguntei.

- Por que preciso de você. 

- Ahn? Precisa?

- Sim, preciso...

Só falta essa de eu ter que dar meu cu pra outro! Desse jeito prefiro me prostituir... Ele saiu do banheiro e eu o segui, quando cheguei no quarto, tinha vários rapazes com um símbolo estranho na cabeça e com armar enormes em suas mãos, alguns com granada até.

- Você será da nossa gangue. 

- Não, não serei.

Ele olhou de uma forma aterrorizante que concordei na hora.

- Sim, serei. - Confirmei no mesmo momento.

- Então, temos uma pessoa para matar hoje...

- Quem? - Falei.

- O senhorzinho está muito curioso, não? Melhor calar sua matraca. Passarei a lista de nossos alvos para todos, se dividem em dupla, que hoje faremos todos eles pagarem por tudo de ruim que fizeram a nós. 

SUPREMOS - ContosOnde histórias criam vida. Descubra agora