- Responde quem é você... - Falei com os olhos arregalados.
- Calma, sou seu amigo. - Falou com um sorriso de psicopata.
- Não, você não é.
- Hm... Fiquei tristinho agora, você nã oquer ser meu amigo. - Brincou.
Ele aproximou-se de mim e eu afastei-me no mesmo ritmo de seus passos.
- Afaste-se de mim! Estou lhe avisando, melhor se afastar...
- O que vai fazer comigo, me matar? Que legal! Gosto muito de matar também. - Riu.
- Gosta, é? Mas quem vai te matar sou eu!
- Então venha, deixe de falar tanto.
Realmente, não tinha pra onde fugir e nem como matá-lo, ele parecia ser muito mais forte que eu e estava armado, o que faria?
Caralho... Para onde eu vou, tenho problemas. Talvez o destino era eu morrer logo agora, invés de ficar indo pra cá e pra lá só tentando fugir, sendo que não tinha fuga. Era uma rua sem saída.
- Me mate. - Falei.
- Não.
- Me mate, pode me matar. Quero morrer logo. - Falei.
- Não.
- Me mata, porra. Deixa de ser fracote. Por que não me mata? - Perguntei.
- Por que preciso de você.
- Ahn? Precisa?
- Sim, preciso...
Só falta essa de eu ter que dar meu cu pra outro! Desse jeito prefiro me prostituir... Ele saiu do banheiro e eu o segui, quando cheguei no quarto, tinha vários rapazes com um símbolo estranho na cabeça e com armar enormes em suas mãos, alguns com granada até.
- Você será da nossa gangue.
- Não, não serei.
Ele olhou de uma forma aterrorizante que concordei na hora.
- Sim, serei. - Confirmei no mesmo momento.
- Então, temos uma pessoa para matar hoje...
- Quem? - Falei.
- O senhorzinho está muito curioso, não? Melhor calar sua matraca. Passarei a lista de nossos alvos para todos, se dividem em dupla, que hoje faremos todos eles pagarem por tudo de ruim que fizeram a nós.
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SUPREMOS - Contos
RomansaContos da série Supremos. Contos que antecedem os livros da série.
