Des-encontro

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Hello bitchs!

Eu demorei, mas assim que consegui um tempo, sem contar meu bloqueio criativo, escrevi os novos capitulos e agora, vou reservando para poder postar sempre um novo capitulo todo final de semana.

Ficamos combinados então, sempre no domingo?

Acho chic!

Chega de blá blá blá, e vamos ao capítulo!



O taxi estaciona em um dos prédios mais famosos de toda a cidade. Pago o motorista enquanto observo o local.

O prédio é conhecido por ser um dos mais luxuosos, claramente isso mostrava o tamanho da sua conta bancária também. Vidros altos e escuros, algumas janelas abertas recolhendo a luz do dia, um estacionamento no subsolo, onde podia-se ver vários carros de marcas internacionais.

Era oficial. O cara era podre de rico.

Respirando fundo, passo pelo portal simples com o nome do estabelecimento em dourado. O hall, grande, com pisos reformulados como um tabuleiro de xadres, brilhavam, fazendo com que o reflexo de quem estivessem ali fosse absolvido. Havia alguns sofás no estilo vitoriano cor creme, mesas pretas com arranjos de rosas e um lustre que poderia pagar dez anos de aluguel, no centro daquele mundo.

Uma senhora de cabelos brancos me observa com seu cachorro de um milhão juntamente com sua coroa canina. Ignoro e sigo até a atendente loira com seu coque profissional, totalmente concentrada no seu computador.

-Com licença? - Chamando a atenção, ela me olha com um olhar desconfiado. Sem dúvida, nunca havia me visto antes.

-No que posso ajudá-la? - Com sua voz profissional, ela abre um sorriso forçado.

-Preciso encontrar alguém no quarto 221. - Sorrio de volta. Ele também não é verdadeiro.

-Irei avisar. Espere um instante. - Com suas unhas bem pintadas de vermelho, ela aperta algumas teclas e apenas concorda com a cabeça, desligando em seguida.

-Você sabe onde é os elevadores? - Questiona, exibindo um novo sorriso. Esse é amarelo.

-Sim, obrigada.

Viro-me e corro para sair de seus olhos analisadores.

Surpreendo-me ao ver que até os elevadores são de um estilo dourado discreto. Quando a porta se abre, entro na máquina observando os vários botões ali dispostos.

Merda. Que andar ele está?

Logo abaixo, há uma caixinha digital onde piscam-se três espaços, então entendo como isso funciona. Aperto os botões correspondentes e espero, tentando acalmar meu coração ao mesmo tempo.

Quando o sinal apita, e as portas se abrem, fico chocada em onde estou.

Nos prédios que conhecia, normalmente as portas se abrem te dando a visão de um corredor com várias portas a serem escolhidas, mas nesse, você é jogada direto na sala de entrada do apartamento.

-Estou surpreso. - Sem camisa, apenas de calça jeans e com uma guitarra preta metálica, totalmente jogado em um sofá creme, ele me olha como se seu presente de natal acabasse de chegar. - Você veio.

-Recebi um convite para isso.

-Mesmo assim, acatou tão rápido. - Deixando sua guitarra de lado, ele caminha até mim. Suas tatuagens tendo toda a minha atenção.

-Sendo assim, vou embora... - Quando começo a me mover, sou agarrada e carregada até o sofá, mesmo com meus gritos de protesto.

-Você não vai a lugar algum. - Repreende ele, encima de mim. Agarro seu pescoço com meus braços, aproximando-nos agressivamente.

Just one more nightOnde histórias criam vida. Descubra agora