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Tapinha não Dói

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Hummmm, vocês estão sentindo esse cheiro? É cheiro de capítulo novo no ar galerinha kjfekjsfkej

Espero que todos vocês estejam mais do que bem, porque esse capítulo para mim, está como uma montanha russa.

Preparados?

Vamos ler!



Abro minhas pernas em sua direção assistindo a o novo foco que seus olhos ganham em meu ponto pulsante. Meu corpo ainda coberto pelo tecido molhado, parece queimar sobre minha pele fria. Minha boca se abre, deixando que o ar passe mais livremente quando sinto o toque de seus dedos na parte interna de minha coxa.

-Você vai me foder? - Questiono, não conseguindo parar de seguir com os olhos o caminho flamejante de seus dedos em minha pele sensível.

-Ansiosa? - Questiona, fazendo meus olhos se fecharem com sua voz grossa me enluvando.

-Vai se foder. - Solto com um sorriso de expectativa em meu rosto. Arqueio minha costas quando seu longo indicador está a centímetros do meu clitóris.

-Precisamos resolver algo antes. - Paro de sorrir, mas sem tempo para responder. Seus dedos se transformam em mãos quentes abraçando minhas coxas, puxando-as até o canto da cama, sentando-se e me colocando em cima de suas pernas.

Meu traseiro está a sua mercê, e consigo sentir seu sorriso com isso.

-Você transou com o Jack? - Sua voz grossa foi embora, agora a imprudência e ódio nublavam o clima. Rugo minha testa antes de responder.

-Você não t... - Começo brava, mas seus dedos voltam para meu cós, retirando rapidamente meu moletom e deixando minha bunda totalmente desnuda. - Mas o q... - Tento, mas sou calada pela dor, pelo som, e pelo prazer.

Meu traseiro arde, mas a sensação se leva diretamente para meus lábios vaginais atingindo meu intimo com choques elétricos.

Engulo um gemido acompanhado de um gritinho. Ele não massageia onde acabou de depositar o tapa.

-Filho da puta. - Disparo, morta de raiva. - Então vai me bater até ter sua resposta? - Começo a chacoalhar minhas pernas fazendo toda a cama se mexer. Seus braços me seguram, concluindo que essa reação não me levaria a lugar algum. Ainda estou a sua mercê com um a nádega ardendo.

-Vou repetir, uma ultima vez. - Sua calma na voz me enche de ódio. - Se me responder, finalmente poderei fazer amor com você, iremos nos curar, da forma mais linda. Saborearei você com delicadeza... - Seus dedos tornam sobre minha nádega recém-infringida e toca calmamente, fazendo arrepios subirem pela minha espinha. Fecho os olhos para saborear a sensação. - Mas, se você decidir ser irracional como agora...

-Você que está sendo irracional! - Cuspo, mexendo novamente minhas pernas, mas parando sentindo outro tapa na minha nádega não infringida. Dessa vez eu grito. Grito de verdade, sentindo meu sexo molhado e me odiando por isso. Agarro a borda da cama com as mãos, já que possivelmente ficaria ali por um tempo.

-Mas, se você decidir ser irracional... - Ele repete mais alto. Mordo minha boca para não responder. - Terei que te bater até tirar o que eu quero. E se você for uma boa menina, eu te deixo gozar.

Minha boca despenca sobre sua perna nua. Ele está nu, merda! De repente tenho um novo foco. Olho sobre os ombros assistindo a forma de seu estômago, seus ombros fortes calmos com sua respiração controlada, sua boca vermelha como sangue esperando a minha resposta e seus olhos, de cinza, negros em expectativa. Volto a procurar por um sinal de seu pau em minha barriga, e abro um sorriso ao senti-lo alerta abaixo da minha barriga.

Just one more nightHistórias para pegar e não largar. Descubra agora