Oii gente, eu sei que estou muito sumida :( mas eu não estava conseguindo escrever nada, espero que entendam. Porém, agora estou de volta e em breve eu postarei o capítulo 4.
Aguardo vocês :)
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Christopher e eu permanecemos observando a expressão no rosto que o outro fazia, além de não desconectar o olhar nem por um segundo, pois nós estávamos estudando cada movimento do parceiro. Ainda com a respiração arfante, eu enganchei minhas mãos no pescoço do Ucker e ele na minha cintura, e nós voltamos a nos beijar intensamente.
Logo depois senti que Christopher começou a me conduzir para fora da cozinha, ao mesmo tempo em que nossos lábios continuaram unidos, nos esbarrando pelos móveis da casa nesse processo. Quando colidimos com algo duro no meio do caminho, o qual quase nos levou a cair no chão pois perdemos um pouco do equilíbrio, eu e ele fomos obrigados a separar nossos lábios. Só então notei que tínhamos chegado na sala e o sofá havia sido o causador da nossa trombada. Nós dois balançamos a cabeça juntos e rimos descontraídos, o que pôde ser escutado no ambiente calmo.
― Acho que é a primeira vez que isso acontece comigo ― O Ucker comentou, ainda com um tom extrovertido.
― Bobo ― eu respondi de volta, com um sorriso nos lábios.
Minha atenção foi toda direcionada para a sala dessa casa, somente nesse momento eu a havia reparado. Observei a ampla sala da casa, porém o que mais me chamou a atenção foi a lareira do outro lado do cômodo. Eu estava muito curiosa para conhecer esse amigo dele, essa casa é muito maravilhosa, era tudo o que eu conseguia pensar, entretanto, o Ucker afastou essas ideias da minha mente quando encostou o meu corpo em uma parede que havia por ali. Nossas respirações pareciam estar em sincronia, o peito descia e subia ao mesmo tempo em um ritmo acelerado, dessa vez, quando nossos olhos se cruzavam parecia ter algo a mais, havia alguma coisa de diferente. Talvez fosse o brilho no olhar dele e a corrente elétrica percorrendo o meu corpo, ou também poderia ser toda a nossa animação anterior, eu não saberia responder exatamente isso, pois nesse momento, eu só tive a capacidade de enxergar os nossos cabelos desarrumados, junto com as roupas desalinhadas e percebi como as batidas do meu coração soavam aceleradas por causa do beijo afobado que demos antes. Suspirei a fim de me acalmar e, por um instante, constatei o que já sabia, ele estava do mesmo jeito que eu, ofegante. Seu peito subia e descia, provavelmente os batimentos cardíaco dele estavam iguais ao meu, veloz.
Minha atenção se voltou toda para o Ucker, encarei os olhos dele, ora para um ora o outro com o interesse de descobrir o que se passava em sua mente, levei meus dedos aos meus lábios e permaneci fitando ele. No minuto seguinte, um lampejo de descarga elétrica nos envolveu, houve uma conexão pelo olhar entre a gente. Christopher percorreu a mínima distância entre nós, calmamente, seus dedos roçaram a lateral do meu corpo, enquanto ele encostou apenas uma parte do seu corpo no meu, e com uma de suas mãos acariciou a minha bochecha. Eu fechei os olhos para apreciar o carinho e antes que eu pudesse abri-los novamente, senti os lábios do Ucker tocando nos meus. Notei quando a mão dele se moveu vagarosamente para atrás do meu pescoço, pois os pêlos do meu corpo se arrepiaram, ele também enganchou os dedos pelo meu cabelo, aprofundando o beijo, o que só resultou no aumento do ritmo das carícias.
Christopher caminhou comigo entre suas pernas, ao mesmo tempo que continuávamos com o nosso afago, para no instante seguinte se apoiar no braço do sofá marrom, ele me aconchegou junto ao seu corpo. Eu lembrei que logo na frente da lareira havia esse bendito sofá, enquanto nossas bocas ainda se tocavam, minha mão foi até a barra da blusa que ele vestia e a puxei completamente, retirando a roupa sob a cabeça dele, joguei a peça por ali mesmo e separei meus lábios do dele para logo em seguida começar a distribuir beijos pelo seu pescoço.
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Encontros Proibidos
FanfictionUm amor proibido pelos pais, mas em especial pelo pai de Dulce, um político que trata a filha com ignorância, grosseria e conservadorismo. O prefeito da pequena cidade de Caldas da Imperatriz, só deseja uma única coisa para a filha: um lindo casamen...
