Ayla é uma órfã que apos sair do orfanato que passou praticamente sua vida inteira sempre batalhou muito para viver, hoje com 25 anos trabalha em um restaurante como garçonete, tem um namorado a dois anos e são ótimos melhores amigos, ate o dia que...
Acordo um pouco mais animada hoje, completei minha decima segunda semana, meu terceiro mês de gravidez, tenho uma com a dra Júlia e iremos fazer a primeira ultrassom morfológica do primeiro trimestre, que é extremamente importante, vamos ver se está tudo em ordem com o bebê não vejo a hora ver meu pequeno.
Me arrumo bem rápido chamo um táxi e saio, preciso receber notícias boas, tudo ultimamente vai indo ladeira a baixo, não consigo emprego e apesar da Mia sempre me ajudar me sinto bem estressada com tudo, penso no que vou dar pra essa criança, no futuro que irei proporcionar a ela, quero que ela tenho tudo o que não tive, a infância no orfanato não é nada fácil, apesar de ter pessoas lá que me acolheram, não é o mesmo do que ter uma família, uma casa sua,uma mãe, um pai e um lar amoroso. Por isso meu sonho em casar e construir uma família, acho que é uma forma minha de fechar o ciclo do meu passado e contar uma nova história em meu futuro.
O trânsito hoje está intenso, chego em cima da hora na consulta, assim que chego no consultório, vou correndo até a recepção, a recepcionista me olha e dá um sorriso.
—Que bom que conseguiu chegar a tempo senhorita Wilson.— diz ela bem humorada
— Me chame de Ayla por favor- digo tímida. Não gosto muito dessas formalidades.
Quando vou me direcionar para a sala de consulta meu coração praticamente para.
—Chegou atrasada "SENHORITA" Wilson- fala com desdém, creio que ouviu eu dizer a recepcionista que não gosto de formalidades
— O que pensa que está fazendo aqui ? Acho que sou eu que devo perguntar agora, porque está me seguindo ? - digo vermelha de raiva
—pelo o que você diz o filho é meu não é mesmo ? Quero estar presente nas consultas.
— pelo o que eu me lembre você queria que eu tirasse o bebê, eu acho que a partir daquele momento você perdeu o direito de ser pai dessa criança.
Não posso acreditar que isso está acontecendo, esse homem acha que pode entrar, fazer estragos e sair da vida de alguém quando bem quer, aparece aqui do nada exigindo algo que ele mesmo não quis, esse bebê é meu e somente meu.
—Esse bebê é somente meu SENHOR Smith, e como eu disse da última vez não quero ver o senhor nunca mais na minha frente.
Sigo para fazer minha consulta e ele segue atrás de mim, entro na sala e comprimento a dra Júlia.
—Ola Ayla que bom te ver, como se sente?
— Estou bem dr Júlia, hoje só quero saber desse pequeno aqui em baixo. -digo um pouco desconfortável pela presença do SENHOR anjo do mal
A doutora olha de cima a baixo para o Matteo, isso não posso negar que o anjo do mal é um pedaço de mal caminho, principal neste terno azul escuro, sem gravata, ele tem mais ou menos 1,85 de altura, lábios carnudos e vermelhinhos, cabelos negros perfeitamente alinhados e que olhos, de um azul intenso quando olha no fundo deles é como se mergulhasse em águas profundas e turbulentas.
— Prazer em conhecê-lo senhor ... a doutora se levanta e cumprimenta levantando a mão para ele.
—Matteo Smith, sou o pai do bebê!
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.