Oooii, como estão???
Primeiramente, estou ficando extremamente preocupada (além de mega depressiva - como sempre). Vocês estão bem? Estão de cuidando? Suas famílias estão bem?
Se cuidem, meus amores! E mesmo que possamos fazer pouco, pra passar por um momento tão devastador como esse maldito momento, eu senti no coração de lembrar que, felizmente esse site conecta corações.
Não prendam o grito, me chameeemmm! Qualquer coisa que eu puder fazer pra ajudá-las, vocês não estão sozinhas ❤
Agora sim, respirem fundo e...
Vamos à leitura!
.
.
.
Na manhã do dia seguinte, assim que Kakeru acordou Kalmia, ela se ergueu ativa e percebeu a ausência de Kakashi. Queria, queria muito, mas a mulher não deixou a preocupação transceder seu incômodo.
Mesmo sem ele, ela mantém o acordo das escuras na noite passada. Se arruma, a si mesma depois ao pequeno, vestindo-o com mais roupas do que seria indicado por um pediatra, fechou a casa e foram encontrá-lo no Parque Senju.
Quando algumas pessoas os olham, ela sorri, mas na verdade se sente mais do que exposta. Na sua cabeça, Kalmia devia uma explicação, e carregar o filho grudado a si no canguru não minimiza a loucura que ela fez.
Kalmia ainda está muito perturbada.
E Kakashi, pensativo, se preocupa com o tempo da sua recuperação. Ele não quer saber de tê-la como ele, eternamente doente.
Ainda pensa assim de si próprio, principalmente quando faz o que está fazendo agora:
– Bom dia, Rokudaime-sama – é cumprimentado ao deixar o cemitério em memória aos ninjas de Konoha.
De toda a atenção que Kalmia requis, o que ele mais sentiu foi não poder visitar seus amigos, se sentiu um merda por deixá-los saber da notícia por outras pessoas, já que todo o país do fogo só falava da sua paternidade ultimamente.
– Ah – ele bufa pra si mesmo, assim que avista Kalmia, antes de sorrir involuntariamente. Precisou despejar num sopro uma pequena aflição por não ter falado com Rin, no fundo, se fosse sincero consigo mesmo, estava com medo.
Não sabe se é certo, conversar com a mulher que o amou, sobre a mulher que ele ama e seu filho repentino. Mesmo que ele esteja mais do que consciente de que Rin está, de fato, morta.
Kakashi enrola os dedos enluvados dentro do bolso, na corda metálica do relógio antigo de Sakumo, sorrindo sob a máscara para ela, não consegue acreditar que passaram por tudo o que já passaram.
Avaliando-a de longe, Kalmia vestia calças escuras, uma blusa parecida com a sua – Olá – ele sopra perto de seu pescoço, reparando que de fato a camisa era sua, os redemoinhos vermelhos desenhados nos braços explicitaram isso. Os cabelos dela presos num rabo-de-cavalo alto, e seus pés minúsculos dentro de tênis.
É uma boneca, e não uma mulher – Kakashi pensa.
– O que está fazendo? – ela reclama quando o homem tira-lhe o cinto que prendia Kakeru em seu peito, passando a faixa por cima de sua cabeça. E antes de deixá-lo responder, Kalmia soa um pouco irritada:
– Você não pensa que talvez devesse avisar que vai sair na primeira hora da manhã?
Sem irritá-la, Kakashi ri, achando graça, ele gosta da cobrança, gosta de vê-la tentar parecer brava.
VOCÊ ESTÁ LENDO
GRITE - Hatake Kakashi
Fanfiction#1 lugar em Kakashi - 09/08/2020; #1 lugar em Naruto - 28/11/2020; Kalmia, com um nome tão peculiar, mas uma história muito comum e monótona. Tentando recomeçar sua vida que havia acabado antes mesmo de estourar a Quarta Guerra Ninja, se muda para K...
