Depois de um bom tempo conversando, os meninos decidiram fazer um teste de DNA. Admito que fiquei chateada por eles terem um filho mas eu não posso julgar eles, até porque foi algo que aconteceu a dois anos, como eles disseram.
Aliás, o Timothée não tem culpa de nada. Ele não escolheu isso, muito menos escolheu a mãe que ele tem.
– Gatinha, eu vou tomar banho e vestir uma roupa mais confortável. Você se importa de ficar com ele? – Nikai questiona e eu balanço a cabeça negativamente indo em direção a escadaria com o bebê no colo.
– Como eu vou dizer não? Ele é adorável! E também chora toda vez que você tenta pegar ele, esqueceu a cena no carro? – dou risada enquanto termino de subir a escada.
– É porque ele nunca viu uma pessoa tão bonita. – Nikolai diz sorridente e eu dou risada entrando no quarto.
– Ele está com fome. Será que ele toma mamadeira ou o que? – pergunto indo até a cama para me sentar e colocar o bebê ao meu lado, mas este logo faz um biquinho para chorar esticando os bracinhos curtos para mim. – Oh meu amor. – o pego no colo e ele se aconchega ao meu peito rapidamente, para então puxar a minha blusa.
– Ah não! Moleque, pare já com isso. – Nikolai fala fingindo estar bravo, Timothée olha para ele e começa a chorar em seguida.
– Czar! Olha o que você fez. – me levanto com o bebê no colo o balançando calmamente para o acalmar. Dou uma risada baixa por ele ir deslizando para ficar deitado no meu colo e me sento na beira da cama. – Eu posso? – olho para Nikolai e em seguida para o bebê que puxava minha blusa.
– Por que você está perguntando para mim? O leite é seu, gatinha. – olho para ele enquanto ele fala.
– Porque o filho é seu, Nikolai! – dou uma risada e logo fico séria. Abro os botões da minha blusa com certa dificuldade e puxo o sutiã para baixo.
– Eu não quero nem olhar! Estou com ciúme. – Nikolai diz e se senta ao meu lado.
Arrumo o bebê no meu colo e nem preciso o ajudar, já que ele abocanhou meu seio o sugando como se estivesse faminto. Faço um leve carinho no seu cabelo e acabo sorrindo com a sensação. Amamentar uma criaturinha inocente é algo incrível, parece que esse bebê precisa do meu afeto.
– Ele estava mesmo com fome! – Nikolai diz e me dá um beijo na bochecha.
≈
Coloco o bebê na cama com certa dificuldade, já que ele não larga meu seio de jeito nenhum.
Depois de muito esforço para não acordá-lo, consigo tirar ele do meu seio e o arrumar na cama. Coloco alguns travesseiros do lado do pequeno corpo dele para que ele não caia e apago a luz central do quarto, o deixando a meia luz.
Desço as escadas calmamente e vejo Nikolai sentado no sofá.
– Nikai, preciso de um favor. – peço indo até ele.
– O que quiser, gatinha. – ele diz e eu me sento em sua coxa.
– Ele só mam... – ele me interrompe.
– Deixa comigo! – diz animado já puxando minha blusa com força arrebentando alguns botões. Decido não falar nada, apenas observo o que ele faz.
Assim que estou livre do sutiã também, ele me puxa para perto e inclina a cabeça para lamber o bico do meu seio inchado e dolorido. Faço um leve carinho no seu cabelo encaracolado e puxo os fios com força quando ele começa a sugar meu seio com força.
– Nikai, devagar... – peço com a voz arrastada, mas ele não me escuta e me inclina para o sofá, ficando por cima de mim.
~•~
Sem revisão pessoal, deve ter alguns errinhos 💛
VOCÊ ESTÁ LENDO
Brothers Must Divide
FanfictionNa qual uma garota nova em Los Angeles acaba se esbarrando com os gêmeos Gorky Petrov. Mal sabia ela que eles seriam a sua perdição, mas também a sua salvação.
