Angeline Stewart
– Você não vai comer? – pergunto a Francis que ficou em silêncio por um tempo.
Acho que eu disse as palavras certas, já que eu o senti mais relaxado e um pouco mais feliz, aparentemente.
– Só se você comer junto a mim. – ele diz me olhando e eu dou uma risadinha.
Após puxar a bandeja para perto, me sento entre suas pernas e sinto sua respiração quente bater na minha testa quando olho para cima.
– Não fique assim tão perto. – ele pede quando eu me aconchego em seu corpo.
– Por que? – pergunto já me preparando para sair do seu colo.
– Você está esmagando ele. – ele diz e eu logo me afasto rindo dele.
– Desculpe. – peço e pego uma torrada, passando um pouco de creme de avelã e em seguida mordendo.
– Olha só o que você fez, se sujou toda. – ele diz dando uma risada fraca e passando o polegar pelo canto da minha boca. Ele passa a língua pelo seu dedo recolhendo o creme de avelã e eu me sinto um pouco sem graça.
– Eu odeio açúcar, mas adorei esse chocolate. – ele diz e eu dou risada, o corrigindo e vendo ele revirar os olhos para mim.
Volto a me aconchegar no seu peito enquanto comemos. No caso eu, já que ele só toma um café com hortelã e sem açúcar.
– Hum. – ele resmunga e desliza as mãos pela minha barriga, fazendo um leve carinho e em seguida subindo as mãos para os meus seios inchados e doloridos. Ele fecha suas mãos com força, apertando meus seios e me fazendo grunhir. Sinto minha blusa ficar encharcada e ele aperta novamente os meus seios.
– Francis... Estão cheios e doloridos. – digo suspirando quando ele aperta novamente.
– Posso esvaziar eles, mas vou querer algo em troca. – ele diz com sua voz rouca, me deixando um pouco tensa.
– O que... você quer? – pergunto dando uma pausa por ele era ter iniciado uma massagem nos meus seios.
– Quero ver você sentando em mim. – ele diz quase inaudível e eu sinto um arrepio correr pela minha espinha. Eu estou tão dolorida...
– Hum. Eu aceito. – digo quase em um sussurro e ele me segura pela cintura me virando para ele com brutalidade.
Meu corpo é pousado na cama e ele se levanta, retira a bandeja a colocando na cômoda e volta para a cama, subindo encima de mim e já retirando a minha regata. Ele solta o feixe do meu sutiã e se curva para abocanhar meu seio direito, o sugando com gosto e deixando que estalos fofos escapem dos seus lábios.
Não tenho tempo para resmungar, já que ele estica os dedos até minha boca enfiando os mesmos nela. Sem reclamar, chupo seus dedos com força o vendo grunhir e sugar o bico do meu seio com mais força.
Ele fica quase uma hora sugando meu seio e maltratando meu corpo, me deixando excitada e nervosa ao mesmo tempo. Quando ele para de sugar meus seios e se levanta, sinto meu peito arder e me levanto também, para retirar a minha roupa de baixo.
Ele tirou sua roupa toda e se sentou na cama, pude ver seu pênis totalmente ereto e senti meu ventre esquentar mais ainda. Logo tratei de subir na cama e me sentar no seu colo, com uma perna de cada lado.
– Não tenha pressa. – ele diz e se inclina para trás, se encostando na cabeceira da cama e olhando para mim com os olhos semicerrados.
Seguro na base do seu pênis grosso, o posicionando na minha entrada e descendo sobre ele devagar. Resmungo olhando para seu rosto, vendo-o jogar um pouco a cabeça para trás e suspirar profundamente.
Suas mãos grandes seguram na minha cintura me forçando contra seu sexo me causando arrepios e uma sensação de total preenchimento.
– Francis... Oh meu Deus! – exclamo após chamar por seu nome, ele estava subindo e descendo meu quadril sobre seu corpo, segurava com força a minha cintura me auxiliando a sentar com frequência.
– Hum. Assim. – ele resmunga e eu sinto suas unhas cravarem nas minhas nádegas, me fazendo quase gritar o seu nome.
Apoio minhas mãos em seu peito, deslizando meu quadril para frente e para trás no seu colo, sentindo seu pênis entrar e sair com força da minha vagina que se contraía involuntariamente.
Suas mãos grandes, que quase cobriam todo o meu bumbum, seguravam nos meus montes me ajudando a deslizar sobre seu pênis e às vezes a quicar sobre seu sexo.
Eu sentia minha respiração cortar várias vezes enquanto enfiava minhas unhas no seu peito e deslizava até seu abdômen sarado.
– Francis... Eu não vou aguentar muito... Estou tão dolorida. – murmuro entre gemidos, dizendo a última parte quase inaudível devido as nossas respirações altas.
Em um movimento rápido ele inverteu nossas posições e segurou meus braços acima da minha cabeça se empurrando para dentro de mim com força.
– Francis... Cadê a delicadeza? – pergunto em meio a uma risada que logo foi substituída por um gemido alto.
– Você disse que queria... que eu fosse eu mesmo... estou sendo! – ele diz dando pausas e se movimenta com brutalidade contra meu sexo. Quando abro a boca para falar, ele aumenta a velocidade das estocadas e aperta meus braços com força. Eu posso ouvir a cama ranger e bater freneticamente na parede.
– Porra Francis! – o xingo enquanto tento mover meu quadril em movimentos circulares para evitar a quebra de contato com o meio das suas pernas.
Meu corpo tremia a cada vez que seu pênis raspava em algum lugar dentro da minha vagina apertada. Em um desses movimentos, porém mais lento, eu senti minhas pernas tremerem juntamente com o pé da minha barriga e em seguida uma sensação de relaxamento tomar conta do meu corpo, parecia que minhas pernas estavam derretendo.
Francis continuou se empurrando para dentro de mim, tentando prolongar meu orgasmo e também procurando o seu. Ele soltou meus braços e segurou com força no meu seio direito, ele o apertou fazendo espirrar um pouco de leite em sua direção.
Após fazer um pouco de força, Francis cede ao meu movimento e me deixa ficar por cima do seu corpo. Mesmo ainda mole, me ajeito sobre seu pênis e início um movimento frenético de subidas e descidas, vendo ele fechar os olhos e jogar a cabeça para trás.
Me inclino sobre seu corpo para ter acesso ao seu pescoço e continuo sentando em seu pênis, enquanto traço uma linha imaginária de beijos do seu pescoço até a sua mandíbula. Sigo os beijos até chegar na sua boca, onde posso me deliciar em seus lábios que me beijam com fúria.
Aumento a velocidade dos meus movimentos contra seu sexo e, por um momento, rebolo circularmente, levando Francis ao limite, já que ele segura em minha cintura com força me forçando contra seu colo enquanto libera seu líquido quente, ele respira cortado e acelerado no meu ouvido. Ele morde o lóbulo da minha orelha antes de me soltar e fecha os olhos se encostando mais na cabeceira, para então relaxar o seu corpo.
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Não se esqueçam de comentar o que acharam, até o próximo capítulo 💛💛
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Brothers Must Divide
FanficNa qual uma garota nova em Los Angeles acaba se esbarrando com os gêmeos Gorky Petrov. Mal sabia ela que eles seriam a sua perdição, mas também a sua salvação.
