• Capítulo 57 •

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Lua...

Depois de trocar de roupa e esperar as duas lindezas descer as escadas, fomos em direção ao forno.

Antes do Matheus entrar, eu segurei ele pela mão e esperei o Matador passar.

Eu: Eu te amo pra caralho e tenho certeza de que eles não merecem nenhuma gota das suas lágrimas, mas se tu chorar, não se preocupa que eu vou tá bem aqui pra enxugar elas, tá bom?

Ele me deu um sorriso e me puxou pra um beijo.

Dei passagem pra língua dele, aproveitando ao máximo.

Eu nunca na minha vida me joguei tanto em um relacionamento, como eu tô me jogando nesse.

Eu sinto que nunca mais na minha vida, eu vou conseguir amar alguém, do jeito que eu amo esse guri.

Ele é o amor da minha vida.

Parei o beijo por causa da falta de ar e dei um selinho nele, sentindo ele fazendo carinho no meu cabelo.

Grego: Eu também te amo pra caralho, tu não tem noção do meu amor por tu não guria.

Entrelacei nossos dedos e entramos no forno, vendo os dois amarrados em um canto, com os olhos arregalados enquanto olhavam pro Matador.

Ele tava cheio de sangue.

A onde ele se sujou de sangue assim, sendo que a gente não demorou nem 5 minutos lá na rua?

Passei meu olhar pela sala e vi um corpo no chão cheio de sangue.

Provavelmente foi assim que ele conseguiu se sujar desse jeito.

Grego: Que que aconteceu aqui pai?

O homem olhou pro Matheus com uma cara de nojo, enquanto eu tava quase pronta pra enfiar a mão na cara dessa mulher.

Matador: Eu só tava me aquecendo.

Dei risada imaginando a cena.

Eu: Quem vai começar?

Olhei pro Matheus que olhou pra Matador.

Eu que não vou ser a primeira.

Matador: Eu. Eu quero fazer eles sofrer tudo o que meus filhos passaram.

Me sentei em uma das cadeiras que tinha ali e o Matheus se sentou na outra do meu lado, puxando minhas pernas pro colo dele.

Dei um beijo no pescoço dele e senti um aperto forte na minha coxa, que me fez dá risada.

Grego: A hora que eu te pegar de jeito e te deixar sem andar, se vai ver só sua pilantra.

Agora em vez de da risada, eu gargalhei.

Imagina só que maravilha, uma foda bem dada e no outro dia eu não conseguir nem andar.

Eu: Fiquei arrepiada só de imaginar essa cena.

Ele deu um sorriso de lado.

Grego: Depois eu que sou o safado da história.

Pisquei um olho pra ele.

Eu: Ainda bem que tu sabe anjo.

Mandei um beijo pra ele, que deu risada e me virei pra frente na hora que eu escutei um grito.

O matador tinha batido no cara, com uma chave de roda.

Eu: Acho que o enterro dele, vai ser caixão fechado.

A mulher arregalou ainda mais os olhos.

Matador: Essa é a intenção querida norinha.

Fiz careta quando ele me chamou de norinha.

A Mafiosa e o Dono do MorroHistórias para pegar e não largar. Descubra agora