Grego...
Levantei puto com uma barulheira no andar de baixo.
Eu: Não pode mais nem dormir nessa casa.
Fui direto pro banheiro tomar um banho e escovar os dentes.
Sai com a toalha enrolada na cintura, bem na hora que a porta foi aberta e a Lua passou por ela, vindo na minha direção.
Lua: Bom dia, moreno!
Ela me deu um selinho e se jogou na cama.
Eu: Bom dia, morena!
Caminhei até o closet e vesti uma cueca box preta da Calvin Klein, junto com uma bermuda de moletom, estiquei a toalha por ali mesmo.
Voltei pro quarto e me joguei em cima da Lua enfiando o rosto no pescoço dela.
Senti ela começar a fazer cafuné no meu cabelo e dei um suspiro não querendo sair dali nunca mais.
Lua: O que que foi amor?
Neguei com a cabeça e dei um beijo ali, vendo ela ficar arrepiada e dar uma risada gostosa.
Lua: Fala pra mim por que tu tá assim, amor?
Olhei nos olhos dela passando a língua no lábio que já tava seco e dei um selinho nela.
Eu: Eu só não tô afim de sair do quarto hoje. Quero ficar aqui agarradinho com tu, fazendo um amorzin gostoso pô.
Ela deu uma gargalhada e negou com a cabeça, me puxando pra um beijo.
Passei a língua no lábio dela, pedindo passagem e ela abriu a boca me permitindo explorar o céu da sua boca.
Apoiei meu peso com um braço e o outro comecei a passar pelo seu corpo, até chegar na coxa, a onde eu apertei e escutei ela dando um gemido baixinho.
Encerrei o beijo com uma mordida no lábio dela.
Olhei vendo ela regular a respiração de olhos fechado e eu dei um sorriso de lado, me aproximando do seu pescoço, dei uma mordida e passei a língua pela área sensível, fazendo ela se arrepiar de novo.
Lua: A parte de ficar aqui dentro, agora não vai ser possível por conta do churrasco que tá rolando lá embaixo. A outra parte a gente resolve mais tarde, vida.
Neguei com a cabeça, passando a língua no lábio, vendo ela paralisar olhando eu fazer aquilo.
Sorri de lado e dei um selinho nela.
Eu: Quem foi que inventou, essa merda de churrasco hoje pô?
Lua: Foi tu mesmo, ontem, lá na pracinha.
Neguei com a cabeça.
Eu: Eu só invento merda, caralho.
Ela deu risada, mas do nada ficou séria olhando pra mim.
Eu: Qual foi pô?
Ela respirou fundo antes de começar a falar.
Lua: Aconteceu um bagulho quando tu tava na cadeia, digamos que eu fiquei meio assim em relação ao ocorrido, afinal a gente nunca conversou sobre o assunto.
Levantei uma sobrancelha não entendendo nada do que ela tava falando.
Lua: A Mari me falou sobre o assunto quando a gente era mais nova, mas ela não entrou em detalhes, porque ela falou que não sabia como tinha acontecido e também não importava tanto, afinal, ela tem você.
Eu: Não tô te entendendo amor, tá falando sobre o que?
Lua: Eu tô falando sobre os teus pais.
Encarei ela sério.
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A Mafiosa e o Dono do Morro
JugendliteraturLua era uma menina inocente, culpada pelo pai e pelo irmão pela morte de sua mãe. Depois de ir embora pro Canadá, sua vida mudou completamente. Grego foi abandonado pelos seus pais muito pequeno, desde então começou a cuidar dele e de sua irmã mais...
