Após o amor de sua vida falecer em um terrível acidente, Sabina Hidalgo precisa recomeçar e cuidar de sua pequena, Ella, sozinha.
Oque Sabina não esperava era que o amor voltaria a tocar em seu coração novamente mais rápido e incontrolável do que e...
Nove meses que passaram voando e agora sim tudo parecia se encaixar melhor. Um choro invade os meus pensamentos e me faz perceber que meu Benjamim havia chegado ao mundo. No dia que nós descobrimos que era um menino foi simples, por meio do exame mesmo, mas foi tão especial... Bailey passou todos esses meses grudados em nós, vinha aqui sempre e obviamente aceitou a doideira do Natal. Ella agora com três aninhos estava ainda mais esperta e ansiosa pela chegada do irmão.
-A sua cara, Sabina!- A médica fala examinando ele.
-Deixa eu ver ele.- Falo quase em uma súplica.
-Ele já vem, princesa.- Bailey beija minha testa carinhoso. A enfermeira traz o neném até mim, colocando seu rostinho ao lado do meu.
-Bem-vindo ao mundo, meu amorzinho. Sua irmãzinha está lá fora para te amar muito, tá bom?- Sussurro para Ben que se acalma com a minha voz.
Olho para os traços do pequeno e realmente ele é uma cópia minha, com alguns traços de Bailey obviamente. Suas bochechas me dão vontade de apertar, são como as de Ella quando nasceu. A médica pega ele novamente para continuar os exames normais de alguém que acabara de nascer e eu sigo ali, esperando me fecharem por completo. [...] -Ele é tão fofinho, né mãe? - Ella alisa a cabeça de Ben.
-Muito fofinho, meu amor!- Sorrio para ela.
-Agora você vai ajudar a cuidar dele, né princesa?!-Bailey da um beijinho na cabeça dela. Sabe aquele momento que você gostaria que durasse pra sempre? Pois é, esse é o momento. Nós quatro e o nosso mundinho.
-Cadê o afilhado mais lindo do mundo?- Joalin entra no quarto, acabando com toda a calmaria. Ao seu lado estava Sina, Any e surpreendentemente Noah.
-Nem vem com essa história de madrinha, Lin!- Rio da sua fala, faz nove meses que ela só fala disso. Mesmo que ela obviamente vai ser a madrinha dele, chega a ser irritante ela se gabar tanto por isso.
-Que coisa linda, Saby!- Sina sorri para mim após olhar Ben.
-Nossa, me bateu uma nostalgia agora. Essa criança é exatamente igual a você, um mini Hidalgo!- Noah ri.
-É, já sabemos que ele vai dar trabalho. Bonito igual a mãe...- Bailey sorri para mim e acho que minha pele cora, porque senti esquentar. [...] Eu e Ben estamos sozinhos há cerca de meia hora já que Bailey tinha ido levar Ella em casa para ficar com Monique e ainda não tinha voltado, provavelmente ela deve estar pedindo pra ele ficar. Minhas amigas já tinham ido há um tempo mas confesso que senti falta do barulho aqui.
-É, filho agora sobrou só nós dois.- Cheiro a cabecinha dele, eu amo cheiro de recém-nascidos!
-Cheguei- Bailey sussurra. Sorrio para ele em resposta.
-Ela deu trabalho, né?- Pergunto rindo.
-Que nada, só pediu para eu dar banho nela, depois ficou de boa com Monique.- Senta-se na poltrona ao meu lado. -Você não vai soltar ele até em casa, né?
-Não. - Rio.
-Com licença, vim buscar o pequeno para os exames. -A enfermeira adentra o quarto devagar.
-Ah não, filho! Vão te tirar daqui.- Cheiro o mesmo pela última vez e entrego.
-Precisa de algo, Bina?- Bailey pergunta com um ar de cuidado.
-Não, tudo certo! Só fiquei sem filhos.- Faço um biquinho.
-Mas eu tô aqui.- Ri.
-Tem razão, você sempre está aqui. Mesmo que a gente tente se afastar, por mais que a gente queira isso, o destino não deixa. Como se ele nos ligasse de novo, sabe?- Olho fundo no meu olhar castanho favorito.
-Também sinto isso, e eu te juro que não temos como quebrar isso. Tudo que podemos fazer é aceitar, mesmo como amigos.- Me olha de volta.
-Amigos, May? Por acaso você não está sentindo essa tensão sexual aqui dentro não?- Pergunto rindo.
-Mais que amigos, talvez...-Levanta e me da um selinho cheio de saudade e delicadeza.
-Podemos ir com calma, para não magoar ninguém. Tá?!- Assente.
-E sem pressão, vamos deixar a vida levar a gente para onde ela quer. - Assinto dessa vez.
-Agora vem cá que eu tô carente!- Exclamo e ele sobe na cama. Deito-me no peito dele e o mesmo faz carinho nos meu cabelos para me fazer adormecer. Com calma e persistência, nós chegamos lá...
(Ben recém-nascido )
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(Ben maiorzinho)
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