Suspeitas

275 19 0
                                        

– E eu tenho culpa? - Ele sorri de lado, me provocando.

– Nem um pouco.

Sam silenciosamente fecha a porta atrás dele. Ele deixa a calça cair no chão e tira a camisa, e eu tento ao máximo controlar a respiração. Ele permanece na porta por um tempo, dobrando nossas roupas soltas. Meus olhos viajam pelo corpo dele e vejo o volume inconfundível em sua cueca. Ele chama a minha atenção e sorri.

– Você pretende ficar assistindo?

Ele imita as minhas palavras de antes, e agradeço a Deus que o vapor já tenha começado a encher a sala...senão, ele conseguiria ver exatamente o que está fazendo comigo.

– Eu não estava assistindo.

– Estava sim.

De repente, sinto uma mão no meu tornozelo. Me apoio nos cotovelos para olhar para ele e admirar o seu rosto lindo. Sua mão lentamente desliza pela minha perna e para quando chega a minha calcinha. Eu prendo a respiração, esperando pelo próximo movimento. Seus dedos brincam com o forro da minha calcinha, e eu me esforço para ficar parada.

– Algum problema? - Ele pergunta parando o que estava fazendo e me olhando nos olhos.

– Por que você acha isso?

– Você ficou muito tensa. Foi algo que eu fiz?

– Não sei o que te fez pensar isto.

Sua mão começa a se mover novamente e o ritmo provocante de seus dedos dançando na minha pele incendeia o meu corpo. Sem querer, um gemido baixo escapa quando sinto seus lábios pressionarem a parte interna da minha coxa.

A mão do Sam desliza por baixo do meu sutiã e logo minhas costas estão se arqueando na espreguiçadeira enquanto tento me aproximar dele.

– Por favor...- Eu imploro em um sussurro.

– Por favor, o que, gata?

Eu suspiro em vez de respondê-lo. Seus lábios continuam pelo caminho escaldante da minha perna até que eu possa sentir seu hálito quente entre as minhas coxas. Seu dedo roça em meu mamilo, e eu tenho que segurar o tremor de prazer que se segue.

Ele me beija uma vez, depois outra, sacudindo a língua em um ritmo constante enquanto a outra mão agarra o meu quadril me impedindo de me contorcer. Gotas de suor escorrem pelo meu pescoço enquanto a temperatura na sala começa ainda mais. Sam coloca os dedos nas alças da minha calcinha e as desliza pelas minhas pernas até que caiam sem cerimônia no chão.

– Senta - Ele pede com os olhos negros de excitação. Faço o que ele manda e me sento para encará-lo. Ele chega pelas minhas costas e abre o meu sutiã. - Você é tão linda.

Ele dá um beijo suave no meu pescoço antes de me levantar e me puxar para que eu fique sentada na sua cintura de frente para ele. Eu gemo com o contato do seu volume entre as minhas coxas.

– Quero que você cavalgue em mim. - Ele sussurra em meu ouvido. Mordo meu lábio com suas palavras safadas, mas hesito. - Você nunca fez isso antes?

Eu balanço a cabeça meio envergonhada e Sam sorri tirando sua cueca e se esfregando em mim. Eu gemo e agarro seus ombros. Sem aviso, Sam me empurra para baixo, e o forte início de prazer avassalador percorre meu corpo.

Meu grito sai abafado quando mordo seu ombro enquanto ele continua me movendo para cima e para baixo em cima dele. Fico chocada em ver como nossos corpos entram em sintonia facilmente. Quando eu quero mais rápido, ele obedece. Quando preciso mais forte, ele me recompensa com seu ritmo punitivo.

Seus lábios vão para onde eu preciso e suas mãos acariciam todas as partes que ele pode alcançar. O vapor do aquecedor está se misturando com a transpiração dos nossos próprios corpos e a combinação arrebatadora apenas intensifica a sensação. Não demora muito para eu me sentir chegando no ápice.

Meu guarda-costasHistórias para pegar e não largar. Descubra agora