44. Te apresento o Rio de Janeiro

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Gavi.

Eu não vou negar não, fiquei muito puto com o que o Neymar propôs e por ela ter aceitado, mas já passou, não quero ficar brigado com ela e ela foi sincera comigo e se desculpou. Mas com o Neymar, minha vontade era voltar para São Paulo só para quebrar aquele garoto, ele claramente quer comer ela e só ela que não vê.

Assim que descemos do avião ela me da a mão e começa a me puxar para fora do aeroporto, nunca vi ela tão animada e a alegria dela acaba me contagiando.

-Pra onde você está me puxando? - pergunto.

-Pedi para o Gabriel vir buscar a gente, mas ele não conseguiu vir por que tinha outro compromisso mas deixou meu carro aqui no estacionamento.

-Mas e a chave?

-Eu conheço o moço do estacionamento,  ele é gente boa e guardou para mim, vem. -ela fala sorrindo e me puxando correndo para o estacionamento

Ela fala com o cara que imagino ser o cara que trabalha ali e ele a entrega a chave para ela.

-Vamos. -ela fala sorrindo e me da um selinho e caminho do lado dela.

-Qual seu carro?

-Aquele ali. -ela fala apontando para um Audi Q8 preto.

-Agora eu entendi por que você fala mal do carro do Pedri. -falo rindo e ela ri também enquanto abre a mala.

-É só para implicar com ele, mas o meu carro é mais bonito mesmo. Agora vamos logo que temos muitos lugares para ir. -ela fala fechando a mala e entrando no carro e um a sigo.

- Como assim? A gente só não ia para a sua casa? -falo e ala me olha sorrindo.

-Eu amo esse lugar e quero te mostrar um pouquinho dele para você hoje, topa? -Ela pergunta olhando nos meus olhos eu não consigo dizer não para essa mulher.

-Com você eu topo qual quer coisa. -falo e dou um beijo nela antes dela sair com o carro.

-Irei usar isso contra você futuramente. -ela fala com um sorriso safado no rosto.

-Pode usar, tem grandes chances deu gostar. -falo sorrindo pra ela também.

-A gente só vai passar lá em casa primeiro antes de sair, tá bom gatinho.

-Ta ótimo.

Continuamos conversamos, e por todo o caminho ela ficava me mostrando os lugares pela janela do carro e ou só conseguia olhar para ela que ficava ainda mais linda animada, ela realmente parecia amar esse lugar.

Entramos em um condomínio onde só tinham casas gigantescas e absurdamente lindas e ela logo estaciona o carro na frente de uma das casas.

- Você cresceu aqui? -pergunto olhando para a casa*, aquela casa dava umas cinco da casa onde eu cresci.

-Sim. -ela responde como se não fosse nada demais já saindo do carro.

Vou atrás dela, ela abre o porta-malas para eu pegar minha mala e vamos para em direção a casa que por dentro parecia ser ainda maior.

-São quase onze horas, o meu pai já está na empresa a muito tempo, vem vamos  nos arrumar para sair logo. -ele fala rápido subindo a escada, e a sigo até o quarto dela.

-Mas eu já estou pronto. -falo sentando na cama dela.

-Se eu fosse você tiraria a calça e essa blusa preta e colocaria uma bermuda. -ela fala indo no closet e voltando com uma mochila e a colocando na cama.

Ela que é a carioca então não irei contrariar, pego outra roupa na mala e começo a tirar a blusa bem na hora que ela saia mais uma vez do closet agora com duas toalhas na mão e vai em direção a cama.

O Destino - Pablo GaviHistórias para pegar e não largar. Descubra agora