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Pov. Marília

Faz exatamente uma semana que eu comecei a fazer o tratamento para produzir leite e minha baby foi comigo porque de acordo com ela os médicos dão encima de mim. Se ela diz quem sou eu para discutir com ela não é mesmo.

- Marília- olho para Luiza que está em minha frente.

- o que é?- pergunto saindo dos meus pensamento.

- você está no mundo da lua e eu estou tentando falar com você a meia hora- resmunga irritada e ali percebo que faz tempo que estou perdida.

- diga, estou te ouvindo agora.

- eu e Andrea resolvermos ter filhos- diz abrindo um sorriso tão radiante que eu nunca tinha visto em minha vida.

- sério?-  pergunto surpresa pois rojas sempre fugia dessa conversa- mas vai fazer inseminação ou adotar?

- fazer os dois, não queremos só um filho entende- assinto para mesma e pego suas mãos.

- estarei ao seu lado independente das suas escolhas, te prometi lá trás e nada mudará isso.

- você e maiara pretende ter filhos?- pergunta e eu fico pensativo

- não conversamos sobre isso ainda, ela não fala sobre o futuro e eu também não.

- deveria já que ela pode te engravidar, sem querer- diz sorrindo sapeca e eu reviro os olhos.

- você é uma idiota, eu tomo pílula e a gente nem transou ainda- digo a última parte baixa.

- entendi, apesar que os filhos de vocês serám  perfeitos, voces duas são gostosas.

- não chame minha namorada de gostosa- bato no ombro da mesma que rir.

- sem ciúmes que minha mulher também é gostosa- diz fazendo uma cara maliciosa e eu faço careta.

- credo, Luiza- ela começa a rir e bufa.

- vai falar que eu estou mentindo- diz debochando da minha cara.

- não, mas eu realmente acho isso desnecessário.

- tá bom, hoje tenho consulta com o médico para começar o tratamento para inseminação.

- então é você que ira engravidar?- ela assinte sorrindo- fico feliz que vá realizar seu sonho com a mulher que você ama.

- você também pode Lila, maiara é uma mulher incrível e muito fofa, não deixe sua bebê escapar e nem magoe ela.

- darei o meu máximo para fazer minha ruivinha feliz- digo abrindo um sorriso radiante- por falar nela, sinto saudades dela- olho para minha aliança e rodo no meu dedo.

- quem diria em, Marília Mendonça dizendo que sente saudades de alguém e ainda suspirando por aí toda sorridente- diz debochando de mim e eu a mostro o dedo do meio- estou feliz por você morena.

- vamos, que eu quero encontrar minha ruivinha e encher ela de beijos- me levanto pegando minha bolsa e passando pelo ombro.

Saímos dali indo para a garagem da empresa e entramos no meu carro onde eu dou partida indo em direção ao parque.

- maiara está no parque com mara, Eliza e andy também está com elas- minha amiga diz olhando para o celular que acabou de apitar avisando que chegou uma mensagem.

- isso é preocupante, Andrea e Eliza fazem tudo que Maiara, onde eu fui me meter.

- relaxa, mara está com elas- olho para a mesma pelo retrovisor e começamos a rir- ok, isso realmente não vai dar certo.

Estaciono no local e saímos do carro onde travo.

- onde elas estam?- pergunto olhando envolta- isso aqui é gigante- começamos a andar se afastando do carro mas prestando atenção para ver se achamos elas.

- sei lá, vou ligar para Andrea- antes dela ligar para a mesma escuto uma voz atrás de mim.

- mommyyyyy- sorrio e me viro abrindo os braços para a mesma entrar no abraço- saudade, mommy- diz e eu a beijo.

- eu também meu amor- digo enchendo seu rosto de beijos onde ela começa a rir mas estranho com ela forçando a falar do jeito em que ela não está acostumada quando está pequena.

- sei que tem vez que você fala direitinho mas porque agora não está sendo meu bebê?- ela abaixa o rosto e eu seguro seu queixo.

- umas pessoas passaram perto da gente a chamaram de estranha porque ela estava chupando a chupeta e deitada em meu  colo- mara diz abraçando Eliza e eu abraço minha ruivinha de forma protetora- aí ela ficou envergonhada e disse que não iria mais usar essas coisas em público e iria agir normal como se ser assim fosse anormal, me sinto triste por não conseguir reverter isso poxa eu sou irmã mais velha dela deveria cuidar e proteger ela.

- não é culpa sua, mara- lu diz e andy  abraça a cintura da mesma- a ruindade está no coração da pessoa.

- meu amor- digo e minha namorada olha para mim- você quer sua chupeta?- pergunto tirando seu dedo de sua boca- não coloque a mão suja na boca.

- na... não que... quero- respiro fundo e a abraço.

- quer ir para casa?- ela assinte rapidamente- ela já comeu?

- sim- Eliza responde e abraça minha namorada- tchau ruivinha- a mesma apenas retribui o abraço e sorri fracamente.

- cuida dela, faça ela voltar a ser ela mesma e ela pode regredir então fique de olho nos sinais- assinto e estendo a mão para a de olhos cor de mel que segura- tchau maninha, tchau cunhadinha- me entrega a mochila da mesma.

- tchau- me despeço das quatro e vou em direção ao carro- você não vai falar comigo?- pergunto e ela nega respiro fundo.

Entro no carro junto com a mesma e logo dando partida indo em direção a minha casa.

(...)

Assim que abro a porta a pequena corre para o meu quarto, fecho a porta e logo tranco. Jogo minhas coisas no sofá e tiro o salto indo atrás dela a encontrando deitada. Pego a chupeta que eu comprei junto com algumas coisas para ela e me sento na cama.

- meu benzinho- toco seu ombro e a mesma olha para mim- toca- ela vira o rosto- eu não vou te julgar meu amor, sou eu sua mommy, fala comigo princesa- ela se encolhe e eu suspiro não sabendo o que fazer.

Me levanto pego umas roupas para ela e deixo na cama.

- vou tomar banho e deixei roupas para você, se quiser se trocar- pego umas para mim e vou pro banheiro me despio logo entrando no box ligando o chuveiro sentindo a água quente bater em meu corpo que logo relaxa.

Depois do banho e logo saio do banheiro já vestida com roupas leves indo para o quarto vendo minha pequena com roupas trocas mas encolhida fazendo meu coração apertar. A se eu encontrar essas pessoas que fizeram isso para ela irei acabar com a vida delas.

Me sento na beira da cama e a puxo para meu colo que se encolhe ali. Me ajeito colocando travesseiros atrás da minha costa e tiro meu seio para fora colocando na boca dela que logo começa a sugar com força.

- baby vai com calma senão vai me machucar- digo soltando um suspiro e ela se acalma enfiando a mão por dentro de meu seio deixando ali. Puxo o coberto para cima do nosso corpo e beijo a testa dela- dorme meu amor que mais tarde a gente conversa.

my beby (mailila)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora