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Pov.marilia

Almeira me chamou para passar um final de semana na casa dela a pedido da Maiara alegando que estava com saudades já que ela começou em uma creche para infantilista então a gente quase não se via e nem nos falamos fico sabendo dela através de mensagens então aceitei o convite. Eu só consegui também pois adiantei tudo durante duas semanas então fiquei livre.

Me arrumo colocando uma roupa confortável ao qual ficaria a vontade. Eu nunca pensei que iria sair da empresa em uma sexta feira antes das dez pra ir para casa de uma pessoa e ainda dormi lá. Pego minha mochila que estava arrumada desde de manhã e vou para o carro onde eu destravo e entro coloco o cinto e ligo saindo dali.

(...)

Toco a campainha e segundos depois a poeta se abre revelando uma mulher morena que ergue a sobrancelha.

- você deve ser a Marília- assinto e ela dá espaço- maraisa- estende a mão para mim.

- bom você já sabe quem sou eu- aperto sua mão e entro.

- Essa é Eloisa minha namorada- a mulher sorrir para mim e me puxa para um abraço.

- você é ainda mais linda do que a Maiara falou- diz olhando por cima de mim e eu olho para trás vendo a ruivinha parada na escada completamente vermelha. Percebo que ela já está vestida de pijama.

- Ei, mai- ela sai correndo para cima de volta- o que houve?

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- Ei, mai- ela sai correndo para cima de volta- o que houve?

- vergonha, ela estava te esperando para você dar a mamadeira para ela- Almeira aparece na cozinha e me entrega o recipiente com mingau- bom te ver Marília.

- bom te ver Almeira- sorrio para a mesma- vou ver ela- digo seguindo em direção a escada.

- o quarto dela fica do lado direito- escuto a voz da morena mais velha dizendo e assinto.

No segundo andar ando para o lado direito e no primeiro quarto eu bato.

- Enta- escuto sua vozinha lá dentro e entro. Observo seu quarto que era pintado na cor lilás e branco, tinha um balanço no cantinho e sua cama era grande também percebo que uma  metade do quarto é como de criança e a outra é adulta.

- olá- digo e fecho a porta atrás de mim sentindo um vento gelado do ar condicionador no meu corpo me fazendo arrepiar- trouxe sua mamadeira- ela está dentro da cabana que tem ali só com a cabeça do lado de fora.

- lila- sai e vem até a mim me abraçando retribuo mesmo sem jeito- senti soldadi- faz biquinho e eu sorrio me sentando na cama colocando a mochila no cantinho.

- quarto maneiro- ela rir e senta em minhas pernas- quer que eu te dou na boca?- ela assinte e eu a ajeito em meus braços e coloco o bico da mamadeira em sua boca onde ela começa a sugar- também senti saudades- ela sorrir mordendo o bico da mamadeira.

Fico observando a mesma que é tão fofinha e linda que dá vontade de ficar admirando. Ela perceber meu olhar e cora tirando a mamadeira da boca assim que acaba.

my beby (mailila)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora