Capítulo 12

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— Carol, chega de ver pênis. — Malu disse após duas horas ali no balcão. S/n comia uma maçã tranquilamente enquanto assistia as duas interagirem.

— Precisamos descobrir o que levava ele a se estimular, quem sabe deciframos.

— Isso é loucura. — Malu disse. — Era só você segurar assim. — Ela disse, simulando segurar um pênis. — E balançar assim. — E simulou estimular o membro. Carol gargalhou com a cena. — É só ver vídeo pornô.

— Não estou falando da forma que estimula ele assim, idiota. — Carol disse rindo. — Não é sobre adivinhar a textura dele na sua boca, ou a forma que ele penetra uma vagina, ou a profundidade que chega, ou quantas vezes consegue ejacular, é sobre como acontece tudo na genética.

S/n se remexeu na cadeira, sentindo seu pênis semi ereto ao ouvir aquelas palavras de Carol. Se portava como uma adolescente que não sabia controlar uma ereção? Sim, mas Carol mexia com ela de uma forma intensa e o fato de nunca ter transado e de quase sempre ter vivido longe de mulheres ajudava em não saber controlar sua ereções.

De repente S/n já não ouvia sobre o que falavam, apenas acompanhava a boca rosada de Carol se movimentar. Não pôde deixar de imaginar aquela boca ao redor de seu pau, porém seu pensamento foi interrompido pela risada alta de Malu.

— S/n, estou vendo você devorar Carol com os olhos. — Malu alertou. — Tenho certeza de que se você tivesse um pinto, provavelmente estaria duro.

S/n paralisou ao ouvir aquilo. Levou sua mão livre disfarçadamente até seu membro e o apertou, sentindo que estava duro realmente.

— Hey, eu estava brincando. — Malu disse ao ver que a garota havia perdido o restante da cor que havia em seu rosto.

— Eu sei. — S/n disse, sorrindo amarelo para tentar disfarçar.

— Acho que já vou. Cansei de ver pênis. — Malu disse rindo, se levantando e se espreguiçando. — Precisamos fazer isso no trailer científico. Que tal amanhã?

— Perfeito. — Carol disse. — Vou aprofundar os estudos e amanhã vamos para lá.

— S/n, foi um prazer te conhecer. — Malu disse, sendo acompanhada por Carol até a porta. A morena saiu junto com a loira e Lauren viu a oportunidade perfeita de correr para o banheiro. Por isso deixou sua maçã sobre o balcão e se levantou e deu alguns passos, porém parou ao ouvir a porta ser reaberta.

Sua primeira reação foi se jogar no chão, gemendo de dor ao ter batido os seios no chão, apenas para evitar não bater seu membro ereto, doaria mil vezes mais, ela tinha certeza.

— Heey, você está bem? — Carol perguntou preocupada e S/n  assentiu.

— Vou ficar. Que tal trazer outra amiga para eu conhecer? — S/n disse, ainda de bruços no chão.

— Tem certeza? — Carol perguntou confusa e S/n assentiu. — Bem, vou chamar a Clara então. Já volto. — Carol disse, saindo pela porta.

S/n  aproveitou e correu para o banheiro, agradecendo a Deus mentalmente por ter pensado em uma desculpa que distraísse Carol rapidamente.

O último pênis do mundoOnde histórias criam vida. Descubra agora