Akemi Uchiha

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Não acordei cedo hoje, Madara já tinha saído obviamente. Tomei um café da manhã reforçado e comecei a fazer uns cookies para tomar no chá dessa tarde. Já emendei a disposição e preparei o almoço. Por volta do meio dia tudo estava pronto e obviamente Madara não viria almoçar, o que essa criatura come? Essas coisas que tem na rua não são saudáveis.

Coloquei num potinho uma quantidade generosa de comida, deve bastar. Fechei o pote e o envolvi em uma toalhinha que tinha o símbolo Uchiha, amarrei as pontas e coloquei dentro de uma bolsa junto dos talheres. Caminhei até o escritório dele e quando cheguei, não havia ninguém na recepção, fui até a porta de Madara e bati levemente 3 vezes.

-Entra - Madara disse do outro lado. Abri a porta e entrei.

Akemi: Madara-sama, já almoçou? – ele tinha os olhos em uns pergaminhos

Madara: Ah, oi, Akemi. Não, estou sem tempo. – disse se afastando da mesa e recostando na cadeira

Akemi: Nesse caso, trouxe o seu almoço. Acho que o que tem aqui deve bastar para alguém como você. - Madara olhou para o conteúdo do pote e me olhou depois.

Madara: O que está querendo dizer com " alguém como eu "?

Akemi: Ah, bom... Grande.

Madara: Me acha grande, Uchiha Akemi? – Por que diabos ele tinha um sorriso malicioso nos lábios?

Akemi: Acho... Afinal de contas, você tem que ser, não é? Caso contrário ninguém pensaria que você é o líder.

Madara: Então, me diz que sou grande e depois forte, quer dizer que sou musculoso? – com um brilho divertido nos olhos

Ai meu Deus... Lembrei do nosso último treinamento onde ele tirou a camisa e deixou seu tronco exposto. Confesso que seu corpo me distraiu um pouco. Certeza que foi para me deixar desconcertada

Akemi: Sim, Madara. Você é musculoso. Mas se continuar comendo porcarias como faz, daqui a pouco vai virar um frango. Como essa marmita toda e os biscoitos também.

Madara me olhou ladino...

Madara: Está preocupada comigo? – de novo ele sorriu de modo cínico

Akemi: Céus, Madara! O que você quer de mim? – já indignada

Madara: Quero que pare de agir de maneira tão formal, como se fosse uma máquina programada. Já percebi que só age assim perto de mim. Seja a Akemi que sempre foi, sou seu líder, mas não significa que deve me tratar com formalidade o tempo todo.

Akemi: Certo, quer a Akemi de verdade? Terá. Mas, ature. Costumo ser bem mais cínica e debochada perto das pessoas mais intimas.

Madara: Isso é tudo que quero ver.

Akemi: Vai se arrepender, Madarão. Agora me de licença, tenho que ajeitar as coisas para ir tomar um chá com a futura Senju. - Me virei e ia saindo

Madara: Não. Pare aí. - Parei em seco - Se vai tomar chá com ela, vai tomar um vinho comigo essa noite.

Akemi: Não bebo álcool, Madara. – Tomar vinho com ele é perigoso... Mais vale mentir e dizer que nem tomo do que tomar e fazer coisas ao qual me arrependeria muito depois

Madara: Ok, mas vai bater papo comigo enquanto eu bebo. Preciso desestressar e parece que você é uma boa ouvinte.

Akemi: Quer mesmo reclamar da vida pra mim enquanto bebe vinho? – franzi o cenho

Madara: Quero. Sei que não vai ficar me julgando, seu respeito por mim é grande demais pra isso. Aliás, gosto disso em você.

Akemi: A noite vai ser longa então. - Suspirei

Tsukuyomi InfinitoOnde histórias criam vida. Descubra agora