Akemi Uchiha

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Encolhida no peito quente e gigante do meu Uchiha, percebo a falta que sinto disso. Nos dias em que estive sem memórias, ele cuidou de mim de uma maneira tão delicada que nunca havia visto nele, me impedindo até de ficar em pé por mais do que algumas horas. Porém não tivemos intimidade alguma além de alguns beijos roupados e caricias. Meu corpo sentia falta das mãos fortes dele me tocando.

Madara: Amor... - Sussurrou. Amor... Adoro quando ele me chama assim. Me viro de frente pra ele pois ainda estávamos de conchinha depois de transarmos. - Já sei o que podemos fazer para resgatar seu irmão. – Seus dedos acariciam minha barriga.

Akemi: Eu também pensei em algo. Qual a sua ideia? - Me arrepio toda só em pensar que Haruki ainda está vivo e que se demorarmos demais para resgata-lo pode ser tarde.

Madara: Como sempre, Hashirama vai querer negociar com a pedra para que eles o entregue a nós, mas eu pretendo invadir e tomar, a negociação vai demorar demais.

Akemi: É, concordo com você. Hashirama é muito manso, ele deveria aproveitar mais o poder que tem nas próprias mãos. - Deitada no peito dele, faço pequenos círculos em seu abdômen - Quando invadiram a sala de tortura, ninguém o encontrou?

Madara: Eu não sei os outros, mas eu não vi nada. Houve um determinado momento em que nos separamos, mas vou perguntar aos outros.

Akemi: Espero que dê tempo. Agora que o usaram como uma tentativa de me manipular, e deu errado, podem achar que mantê-lo lá é inútil... - Me arrepio em desgosto com essa ideia.

Madara: Ele está vivo, amor. E conseguiremos salva-lo. - Beijando o topo da minha testa, apertei mais o meu corpo contra o do Uchiha, apenas o fino lençol cobria a nossa nudez.

Akemi: Madara, sobre tudo o que viu... Tem algo a me perguntar? - O olhei, ele estava de olhos fechados enquanto um pequeno sorriso de canto surgiu. Tão lindo...

Madara: Tenho milhares de perguntas. Mas agora não é hora disso, você nem sequer está bem para responde-las - Abriu os olhos ao dizer e os meus ônix se misturam aos dele.

Akemi: Estou sim. Para você estou. Respondo o que quiser. - Cochichei. Ele me olhou por uns bons instantes ponderando o que eu disse. Eu responderia tudo, agora que ele já sabe do meu passado, não há o que eu possa esconder.

Madara: Tudo bem. - Me ergui e fiquei de joelhos ao lado dele, ao passo que levantei eu puxei o lençol para que me tampasse, mas ele o tirou de minhas mãos - Quero ver você nua, admirar todo o esplendor que é cada uma de suas curvas. - Inevitavelmente, um rubro percorreu meu corpo... Desde que as barreiras que controlavam as minhas emoções foram quebradas, é impossível não ruborizar enquanto estou ao lado dele.

Ele ainda deitado de barriga pra cima, com aquele lindo peitoral enorme e definido, o abdômen igualmente sarado, braços fortes e mãos grandes e másculas. Olhando cada detalhe sinto o meio de minhas pernas esquentar de novo.

Os cabelos rebeldes espalhavam-se por todo o travesseiro, contrastando com o branco da fronha. Seu rosto, apesar de traços fortes e rígidos, estava suave e relaxado, ele tinha um pequeno sorriso nos lábios carnudos que me beijam e chupam com maestria... Suspiro ao subir o olhar para o ônix dos olhos dele e pega-lo a me observar enquanto eu o observo tão detalhadamente.

Madara: Pode admirar, é tudo seu. - Disse descendo os olhos para meus seios expostos ao qual o bico estava enrijecido conforme fiquei o admirando e me excitando, haviam diversas marcas de cicatrizes pelo corpo dele, mas não tirava a beleza extraordinária que tinha.

Akemi: Pergunte, tudo o que quiser perguntar. - Sua mão foi para minha coxa esquerda e eu a acariciei com meu polegar, alguns dos meus longos fios caiam por cima dos seios.

Tsukuyomi InfinitoOnde histórias criam vida. Descubra agora