MORGANA
Armando não queria entrar em casa, mas depois do que fizemos no carro precisávamos de um banho urgente. Saímos do elevador abraçados, suas mãos traçavam caminhos desconexos pelo meu corpo e paramos em frente a porta e a destranquei com pressa.
— Vocês não tem vizinhos?
— Não, meu pai gosta de esbanjar. — Revirei os olhos e bati a porta, tirando meus sapatos e jogando a bolsa na mesinha ao lado da porta. — Mas é bom que podemos fazer qualquer tipo de barulho.
Puxei o homem pela regata e o beijei, suas mãos agarraram minhas coxas me dando impulso para ficar em seu colo, suas mãos subiram para minha bunda apertando-a com força.
— Ai meu deus. — Ouvi um grito e Armando quase me deixou cair, fiquei em pé e dei alguns passos até chegar na escada. Megan estava ali, parada ao pé da escada de costas e rindo.
— Megan!
— Seu pai me pediu para passar aqui, eu não achei que fosse voltar pra casa.
— Eu não achei que você fosse estar aqui, deveria ter avisado. — Apontei.
— Então ele é o cara? — Olhou Armando que estava atrás de mim. — Boa, gostei.
— Empata foda. Esse é o Armando. Armando, essa é a Megan.
— Ela fala muito de você, é um prazer te conhecer.
— O prazer é meu. — Minha prima o olhou de cima a baixo e sorriu. — Eu entendo você, Morgan... eu já estou indo
— Te amo, deixa um beijinho no bebê. Bate a porta quando sair e aciona a tranca eletrônica. — Avisei segurando a mãos de Armando e o levando para o andar de cima.
Meu quarto era no final do corredor, então seguimos até o mesmo e antes de entrarmos ouvi a porta da sala bater.
— Todos da sua família vão me odiar ao saber do que ela viu. — Armando iniciou.
— Não, Megan não vai contar pra ninguém... ela é filha do Marcus mas sabe guardar segredo.
— Acho bom porque vamos terminar o que começamos e eu não quero ter que me preocupar. — Sorriu.
Beijei seus lábios com urgência, a tensão presente era palpável, entramos em um mar de mãos, suspiros, gemidos baixos e roupas sendo arrancadas do corpo com pressa e logo estava sem a camiseta e a calça. Armando me segurou pelas coxas e me colocou sobre a penteadeira no canto do quarto, as mãos habilidosas retiraram meu sutiã e vi um sorriso sacana surgir em seus lábios ao agarrar meu seio direito antes de mordiscar.
Gemi baixinho levando as mãos ao seus cabelos, Armando me empurrou para ficar quase deitada sobre o móvel e afastou minha calcinha para o lado, os dedos tocando minhas dobras e pressionando o clítoris antes de espalhar minha lubrificação natural, senti seus dedos me invadindo com força e arqueei as costas. Levei minha mão por dentro de sua calça, sempre me surpreendo com o tamanho e espessura. Voltei minha mão a boca passando sobre a língua e voltei a suturar seu pau iniciando movimentos lentos de vai e vem, seus gemidos roucos se misturaram com os meus, ecoando no cômodo que estávamos dividindo.
— Morgana...
Seus dedos atingiram forte e fundo, e por um momento parei, pensando sobre meu prazer, focando nos meus gemidos e na sensação de estar nas nuvens. Estava vendo vermelho e sorrindo com isso.
Armando abaixou ficando de joelhos, tirando seus dedos de mim e beijou minhas coxas, mordiscou e lambeu, abriu minha buceta com as mãos e riu, estava encharcada, tão molhada. Ele soprou contra me arrancando um gemido manhoso e inda segurando as laterais me lambeu, de baixo a cima introduzindo sua língua quente e roçando os dentes nos pontos certos, me levando a loucura.
Abri mais as pernas e segurei sua cabeça ali, delirando no prazer que sentia, sua mão que antes estava me dando prazer agora estava a agarrando meu pescoço, me tirando o ar ma a logo seus dedos estavam em minha boca, num pedido silencioso de que eu provasse do meu próprio gosto, os chupei com gosto quase como se fosse meu pirulito favorito.
Senti meus quadris se afastarem um pouco mas logo suas mãos me puxavam com força, uma mordida foi deixada em meu clítoris e eu gritei, agarrando seus cabelos e esfregando minha intimidade contra seu rosto em busca de mais, sempre mais e mais forte. Seus dedos me invadiram, se juntando a sua boca para me dá prazer e jurei que morreria ali, ele fazia exatamente como eu gostava, melhor do que eu já havia sentido.
— Eu vou... — Não completei, sua boca de afastou mas seus dedos continuaram com força, rápidos e certeiros no meu ponto de prazer. Me esfreguei mais em busca de qualquer alívio, gemi, gritei e grunhi quando o orgasmo me atingiu sentindo sua boca ali novamente.
Armando continuou me chupando, sugando todo o líquido soltando sons de prazer. Fechei um pouco as pernas ainda me esfregando contra ele como uma puta safada.
— Esse é sempre meu sabor favorito. — Riu me puxando, agarrei seu quadril com as pernas e gemi quando minha intimidade sensível e úmida gerou atrito com sua virilha.
Armando me agarrou pela bunda, segurando com força me forçando a esfregar contra seu pau enquanto caminhava até a cama. Segurei em seus ombros mordiscando seu pescoço.
— Eu vou te comer gostoso agora e depois vou te comer no chuveiro, de quatro, no chão, contra a parede.... — Sorri sentindo meu corpo ser depositado na cama que rangia e ele se afastou para pegar a camisinha e voltou com a mesma já em seu pau.
Armando não era nada mediano, sua cabecinha rosada brilhava mesmo antes da camisinha e as veias saltadas me faziam salivar, a grossura me fazia imaginar o estrago que me causaria, eu queria chupa-lo mas antes precisava senti-lo em mim com força, no chuveiro, de quatro, na porra do chão e contra a parede.
Fiquei em pé e o puxei para sentar, me apoiei sobre suas coxas e sentei, segurando seu pau e o encaixando em mim, por um momento pensei que tudo estava indo muito rápido e que não havíamos conversado sobre o que ele disse a Callie mas ao ver as bochechas vermelhas e o olhar de satisfação do homem gemi baixinho sentando com força.
Tudo se tornou vermelho, nossos gemidos se misturando, as mãos, os beijos, os sorrisos e ofegos, a junção perfeita do tesão e ódio estavam ali. Ele me colocou de quatro na cama e entrou em mim com força, atingindo meu ponto de primeira.
Tapas foram deferidos em minha bunda me dando um ponto a mais de prazer, seus movimentos eram fortes e rápidos, o barulho úmido entre nós se misturando com a cama rangendo era incentivo para os movimentos. Deixou um beijo minha coluna e acariciou, agarrando meu quadril e me forçando contra seu pau quando gozei, fazendo pressão no ponto de prazer.
.
.
.
oiii, o que acharam?
votem e comentem por favor!!!!
esse final de semana vou postar mais... quero avisar que até o momento o livro tem apenas 20 capítulos 😭
mas já vou começar a trabalhar na continuação e provavelmente vai ser nesse mesmo livro.
VOCÊ ESTÁ LENDO
LIE OR DIE • ARMANDO ARETAS
Fanfiction• A BAD BOYS FANFIC • Morgana já havia perdido muito, mas a família que criou era tudo que a importava. Armando tinha tudo, mas mataria pela família que lhe foi tirada. ... Morgana e Armando acabam se envolvendo, sem conhecimento mútuo sobre a vi...
