Capítulo 23 - Braço de ferro

1.1K 167 134
                                        

Dias passaram, e, mesmo que ela tentasse focar em outras coisas, a imagem de Rio agora ocupava seus pensamentos de uma outra forma. Era óbvio que ela pensava na humana todos os dias. Mas agora ela não conseguia parar de pensar que podia cruzar Rio a qualquer momento.  Ela estava enlouquecendo repetindo os poucos momentos que teve com Rio em sua cabeça. As cenas dela gemendo, chamando seu nome ficavam repetindo se em sua cabeça. Fazendo sua  intimidade pulsar. 

Logo seu celular vibrou a tirando de seus pensamentos. Ela abriu a conversa e era uma foto de Rio Vidal.

A imagem que se revelava mostrava Rio reclinada sob o sol, com um ar despreocupado e uma sensualidade inegável

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.


A imagem que se revelava mostrava Rio reclinada sob o sol, com um ar despreocupado e uma sensualidade inegável. O brilho do biquíni contrastava perfeitamente com o tom bronzeado de sua pele, destacando ainda mais suas curvas. Os óculos escuros escondiam qualquer traço de preocupação em seu olhar, dando a impressão de que o perigo, para ela, não passava de uma piada distante. Era como se estivesse alheia às turbulências ao seu redor, entregue apenas ao calor do sol e ao momento presente.

Abaixo da foto, uma mensagem curta, mas carregada de ameaça e provocação, cintilava na tela do celular de Agatha: "Se você não encontrar um jeito de segurar a polícia, vou adorar 'trepar' com ela antes de tirar sua vida. Agora entendo por que você não resistiu à tentação... Ela é um convite ao pecado."

O coração de Agatha disparou imediatamente. Era impossível não sentir o pânico crescendo, uma onda de adrenalina misturada ao frio que subia por sua espinha. No entanto, mesmo com a urgência da ameaça, seus olhos se prenderam à imagem por um momento mais longo do que ela gostaria de admitir. Rio estava diferente. Os anos a haviam transformado de uma beleza deslumbrante para algo quase mítico — um corpo mais esculpido, um ar que exalava confiança e perigo. Agatha mal podia acreditar que aquela mulher pudesse ficar ainda mais atraente, mas a realidade estava bem ali, diante de seus olhos.

Agatha se deu conta de que não era apenas a ameaça que a abalava, mas o que ela significava. Rio, com sua presença quase hipnotizante, era agora um lembrete de tudo o que haviam perdido e de quão distantes estavam do que um dia foram.

Enquanto lia e relia a mensagem, Agatha sabia que precisava agir rápido. Mas como manter a calma, ela nem sabia como agir. Wanda havia levado um tiro por ir avisar sobre o perigo. A vampira se levantou e abriu a própria blusa e olhou sua costela diante do espelho a cicatriz da adaga nunca sumiu. Aquela marca ficou para lembrar ela todos os dias que no momento que ela se entregou para Rio a jovem cravou aquela adaga em seu corpo afim de matar ela.

— Vidal como você pode ainda mexer tanto comigo.— Ela falou passando a mão  nervosamente em seu próprio pescoço. Olhou o celular novamente  e seu sexo pulsava. Se ela quisesse se sentar e se masturbar  naquele minuto ela gozaria rápido só de olhar aquela foto de Rio de biquíni. Ela respirou fundo e resolveu ligar para o número que mandava as fotos, que chamou algumas vezes mãos logo uma voz masculina atendeu.

— Ora, ora. Nunca achei que eu receberia uma ligação de Agatha Harkness. A famosa Harknesse.

— Você sabe quem eu sou. Mas eu não sei quem você é.

Evil - AgatharioHistórias para pegar e não largar. Descubra agora