Intimamente seu

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PAT

Uau! Isso foi... Porra!

Tenho que respirar fundo algumas vezes pra tentar me recuperar, isso foi demais, foi incrível e nem foi nada. Se eu já estava doido pra transar com o professor, agora eu vou subir pelas paredes até acontecer.

— Pat?

O professor segura a minha mão e puxa, não tinha percebido, mas estou apertando o seu pescoço. Eu o solto rápido e corro indo para a sua frente para poder ver melhor.

Porra, não acredito que eu estava machucando ele!

— Você está bem? Me desculpe... Eu não...

Levanto o seu queixo com cuidado para poder ver melhor e ele segura a minha mão novamente.

— Eu estou bem.

— Professor...

Ele beija a minha mão, sorri e se aproxima devagar.

— Eu estou bem, Pat!

Os seus olhos fecham lentamente e os seus lábios tocam os meus em um beijo doce, acho que se eu não estivesse tão preocupado eu teria aproveitado mais, mas quando percebo ele já se afastou.

— Acho melhor tomar um banho.

Não sei porque, mas isso me lembrou um vídeo que eu vi de um cara falando que lava lá antes do sexo, mas não pode ser isso, ou será?

— Você vai tomar banho?

O professor sorri novamente olhando para baixo.

— Você também deveria.

Só então eu percebo que ele quer tomar banho porque eu gozei nele e acabei me sujando com a minha própria porra, ainda bem que não falei nenhuma merda.

— Claro, pode ir primeiro, eu vou depois.

— Ou podemos tomar banho juntos.

Sinto um arrepio gostoso por todo o meu corpo. Esses sorrisos, a tranquilidade, a ousadia... Acho que o Pran está se tornando a minha versão favorita do professor.

Ele vira de costas para mim e fica parado, tento entender o que está esperando, mas o professor não diz nada e eu não tenho ideia do que fazer. De repente ele olha por cima do ombro e abaixa a camisa fazendo ela deslizar pelos seus braços até cair no chão, com dois passos ele tira a calça que ainda estava presa nas suas pernas e caminha até o banheiro deixando a porta aberta. Eu considero o que acabamos de fazer e o que pode acontecer se eu for atrás dele, eu não queria... O que eu fiz foi precipitado demais, mas o professor com certeza gostou. Será que ir com calma é o que está nos deixando tão apreensivos? Talvez acabar com isso de uma vez faça o professor acreditar nas minhas intenções, nos meus sentimentos...

Ouço o som da água do chuveiro caindo no chão e depois sendo abafada, quando percebo já estou olhando para ele nu. O professor está de olhos fechados embaixo do chuveiro com as mãos deslizando e espalhando sabão pela sua barriga, se ele percebeu que estou aqui não se importou, apenas continuou se lavando despreocupadamente. Fico assistindo sem conseguir desviar o olhar, é algo novo, estranho e excitante, quero que sejam as minhas mãos no seu corpo, quero as suas mãos no meu corpo, quero que ele seja meu, quero ser intimamente seu, eu o quero como nunca quis alguém antes.

Mais uma vez sem perceber eu caminhei até ele e agora parado na sua frente não sei o que fazer. O Pran finalmente olha pra mim, ele parece preocupado ao guardar o sabonete e se aproximar com um passo, as suas mãos desabotoam a minha camisa com cuidado e agilidade, tento não me mover enquanto ele tira a minha roupa, consigo ver que ele está naquela eterna batalha interna e não quero forçar, o que ele decidir agora pode mudar tudo, não podemos voltar atrás, só seguir em frente, mas o professor tem que querer isso também.

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