Devastador

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PRAN

O Pat está tão agitado que precisa de algumas tentativas até conseguir abrir o portão, fico observando ele entrar quase correndo, mais uma vez se atrapalhando para abrir a porta, então desaparecendo na escuridão da sua casa, mesmo com ele longe aquele sorriso cheio de tesão parece me provocar, até agora não acredito que ele disse aquilo.

— Professor?

O Pat acende a luz surgindo de repente na porta, espero ele vir até mim e me levar para dentro, mas ele parece tão nervoso quanto eu agora, então eu mesmo vou ao seu encontro.

Entro na casa ouvindo a porta se fechando atrás de mim, sem estar preparado pra isso sinto os lábios do Pat no meu pescoço, mas ele não está beijando, apenas tocando levemente. O meu corpo todo se arrepia ao sentir a sua respiração ficando cada vez quente pelo caminho que ele faz, é como se o fogo dentro dele não pudesse mais ser contido.

O Pat segura a minha cintura com as duas mãos e desliza elas lentamente até chegar na minha barriga, faz uma leve pressão me puxando na sua direção e me envolve em um abraço. Os seus lábios mais uma vez roçam pelo meu pescoço subindo até a minha orelha, espero ele dizer alguma coisa torcendo para não acontecer, pois tenho certeza que o meu corpo vai se desfazer nas suas mãos facilmente. Para o meu alívio e desespero o Pat não fala nada, mas a sua língua passeia pelo lóbulo da minha orelha sem pudor puxando ele para os seus lábios que o sugam sem piedade.

Fecho os olhos tentando controlar as inúmeras sensações que querem me dominar, o desejo principalmente, mas não sou forte o suficiente para conter o gemido que sai por entre os meus lábios quando o Pat me aperta contra ele entregando o quanto está excitado.

Em movimentos calmos ele levanta a minha camiseta e coloca as mãos por baixo dela, os seus dedos tão quentes quanto os seus lábios passeiam pela barriga até chegar no meu peito. A expectativa do que vem a seguir quase me faz perder a cabeça, então quando ele beija o meu pescoço eu me derramo nos seus braços me encostando nele e dando carta branca para fazer o que quiser.

A mão esquerda do Pat aperta o meu peito, enquanto a direita continua seguindo o seu caminho, dessa vez para baixo, como se soubesse exatamente aonde quer chegar, quando os seus dedos encontram o seu destino a sua mão se encaixa na minha calça entrando pela sua cintura. Um carga elétrica se espalha pelo meu corpo ao sentir ele tocando essa região tão sensível, fazendo eu desejar muito mais que isso, mas a calça não cede as suas investidas impedindo de continuar. A minha pele queima por onde os seus dedos passam quando ele tira a mão, então segura o botão da minha calça e solta com um movimento simples. O Pat ofega no meu ouvido, o seu corpo ainda colado ao meu irradia calor e tesão, os seus lábios úmidos deixam rastros de desejo por onde passam e o seu pênis, que agora eu sei quão grande é, pressiona contra a minha bunda me levando ao limite da sanidade.

Espero o Pat me tocar novamente agora que o seu caminho está livre, mas a sua mão sobe até o meu queixo virando o meu rosto na sua direção, a sua boca, que se encaixa perfeitamente na minha, me guia em um beijo tão sensual que me pergunto se seria capaz de impedir qualquer coisa que ele tente fazer a partir daqui. A resposta vem quando ele levanta a minha camiseta e os seus dedos deslizam para baixo levando a minha cueca com eles, libertando o meu pênis para receber o seu toque. A expectativa de tudo isso é uma tortura deliciosa, porque o Pat que é sempre tão impulsivo decidiu usar esse momento para ter calma.

A língua do Pat interrompe os meus pensamentos invadindo a minha boca sem preocupação, já nos beijamos muitas vezes, então o seu beijo já é familiar, mas, talvez pelo que ele pediu mais cedo, essa invasão me faz ter pensamentos impuros, pensamentos que envolvem não apenas a sua boca, mas cada centímetro do seu corpo.

O mundo parece parar por um segundo no momento em que o Pat toca o meu pênis, o ar prende no meu peito e os nossos lábios param de se mover ao mesmo tempo, em um ofegar alto o Pat encosta a testa na minha e envolve o meu pau me fazendo gemer sem controle. Se em algum momento tive dúvidas sobre isso, garanto que acabou, o Pat finalmente conseguiu derrubar a última barreira que me impedia de ser totalmente seu, agora eu sei, eu quero isso, quero ele, quero nós, quero mais do que tudo e não vou mais conseguir fugir.

As mãos do Pat trabalham habilmente, a esquerda no meu mamilo e a direita no meu pênis, a sua boca ataca a minha novamente, mas dessa vez não existe calma, cada toque, beijo, respiração e gemido vem carregado de luxúria e tesão, me guiando para o precipício que eu tenho certeza que será o meu destino final.

A cintura do Pat começa a se mover junto com a sua mão e os seus dentes se juntam aos seus lábios prendendo, sugando e mordendo os meus. Sentir o seu pau se esfregando em mim cada vez mais duro e pulsante me faz delirar querendo ele dentro de mim, me fodendo até perder a cabeça, até perder os sentidos, até eu ter o melhor orgasmo que tenho certeza que ele vai me proporcionar.  O meu corpo vibra ao seu toque e a sua respiração fica cada vez mais pesada, ele está ofegando e gemendo sem parar em um tom grave, muito diferente da sua voz sempre fina.

Me surpreendo quando o Pat afasta a mão do meu peito e em um movimento rápido abaixa a minha calça e cueca fazendo eles cairem prendendo nas minhas pernas, me surpreendo mais ainda quando percebo que ele está abrindo a própria calça, quero impedir ele de fazer isso, mas ele é mais rápido tirando apenas o seu pênis para fora e colocando entre as minhas nádegas. O seu gemido quase animalesco faz o meu corpo se contorcer, ele se move para cima e para baixo se esfregando em mim, agora me masturbando mais devagar seguindo o ritmo do seu corpo. Sinto que estou me desfazendo aos poucos, como se estivesse caindo de um abismo e tento buscar algum apoio, mas estamos no meio da sala sem nada por perto para eu me agarrar. Mesmo sem penetração o Pat impulsiona o corpo para frente e para trás como se estivesse me fodendo, quando o próximo espasmo me atinge a sua mão esquerda envolve o meu pescoço me mantendo  onde estou, se tornando o meu único apoio. A sua mão direita aperta o meu pau um pouco mais e se move tão rápido que tenho certeza que não vai demorar muito para eu gozar.  Com mais um gemido alto a virilha do Pat bate na minha bunda com força, ele repete o movimento tantas vezes que é impossível de contar, então quando o próximo gemido alto alcança o meu ouvido ele para de se mover e algo atinge a minha bunda se derramando por ela, saber que ele gozou desse jeito é o meu limite e sem conseguir me controlar eu me junto a ele em um orgasmo devastador.

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