》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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× isso é apenas imagi...
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》Onde o Cinto da Sedução é roubado, Minho, filho de Afrodite, parte em busca do artefato e do ladrão que ousou tomá-lo.
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O silêncio no Submundo não era comum. Não era o tipo de quietude que trazia paz, nem mesmo aquele intervalo momentâneo antes de uma tempestade. Era algo denso, sufocante, um vazio onde até mesmo o tempo parecia se arrastar, preso entre o que já aconteceu e o que nunca deveria existir.
Minho parou no topo de uma colina escarpada, o tecido branco de sua capa flutuando sutilmente com o vento gélido que vinha das profundezas do reino dos mortos. Seu capuz ainda estava erguido, ocultando sua identidade, como se tentasse se misturar à penumbra ao seu redor. Mas não havia luz suficiente para lançar sombras ali—o próprio ambiente era a escuridão viva.
O chão sob seus pés era rochoso, com rachaduras que pareciam se estender até as entranhas do submundo. Às vezes, quando o silêncio se tornava mais profundo, ele podia jurar que algo se movia lá embaixo, como se o próprio solo respirasse.
Ele inspirou fundo. O ar carregava um cheiro mineral, seco e frio, misturado ao odor estagnado de umidade e terra esquecida. Aqui, tudo parecia antigo, intocado—como se esse pedaço do mundo existisse antes mesmo dos deuses ascenderem ao Olimpo.
Minho deslizou uma das mãos para dentro da capa, sentindo o toque familiar do objeto que guardava ali.
Ele o puxou para fora devagar, deixando os dedos percorrerem sua superfície dourada. O espelho pesava mais do que deveria, como se carregasse segredos demais dentro de si. Era liso como vidro, mas quente ao toque, pulsando suavemente como um coração distante.
O Espelho de Vênus.
Minho ergueu-o à altura dos olhos e esperou.
A princípio, tudo o que viu foi seu próprio reflexo. Os olhos cor de mel brilharam na superfície dourada, rodeados por sombras difusas. Os fios dourados de seu cabelo, escondidos sob o capuz, reluziam em reflexos suaves como o ouro líquido. Seu rosto, esculpido pela própria Afrodite, era uma perfeição que já havia sido responsável por corações partidos e guerras silenciosas.