》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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#10 - leeknow
#7 - stay
#3 - leeminho
× isso é apenas imagi...
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nesta segunda parte de 'language', vocêsvão saber a que ponto chega os sussurros de lee minho.
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Depois do que havia acontecido na casa de Minho naquela tarde, Jisung simplesmente sumiu do mapa. Ele não respondia mensagens, ligações e muito menos atendia à porta quando Minho batia, chamando por ele. O único lugar onde o mais velho conseguia ver Han — e de longe — era a escola. Antes, Jisung sentava ao lado do melhor amigo em todas as aulas, chegando até a brigar com outros alunos que queriam ocupar seu lugar ao lado de Minho. Agora, ele ao menos olha nos olhos de Lee e, muito menos, senta ao lado dele.
Jisung parecia fazer questão de sempre chegar mais tarde ou quase atrasado a todas as aulas, para que as carteiras já estivessem ocupadas — principalmente as perto de Minho —, obrigando-o a pegar uma de outra sala para sentar-se bem longe dele ou até na mesa dos professores, onde se sentia ainda mais protegido.
Lee estava se sentindo uma pessoa horrível, achando que tinha cometido a maior burrada do mundo e estragado toda a amizade de anos que tinham. Porque, em um dia, Jisung era seu melhor amigo, fazia questão de estar perto e sempre colado nele; e, no outro, nem olhava em seus olhos e tentava ficar o mais longe possível.
Minho sabia que Han havia gostado do que tinha acontecido, e ele também tinha gostado. Mas por que Jisung sumiu daquele jeito?
Naquele dia, Han saiu tão rápido do banheiro que mal teve tempo de pegar suas coisas que estavam no chão antes de correr escada abaixo e sumir da vista do mais velho. Por mais que Minho gritasse, pedindo para ele esperar para que pudessem conversar sobre aquilo, Jisung parecia correr ainda mais a cada passo que Minho dava para alcançá-lo. E assim, os dias foram se arrastando lentamente, como uma lâmina afiada rasgando a carne do corpo de Minho. Ele estava se sentindo muito mal, já beirava a depressão, por assim dizer. Não tinha mais seu melhor amigo e o jeito normalzinho que ele adorava — tanto nas brincadeiras fofas e sem graça quanto nos momentos em que precisava chamá-lo à atenção por algo errado. E o pior: sentia tanta falta de ouvi-lo chamá-lo de “hyung”; era quase terapêutico.