》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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#7 - stay
#3 - leeminho
× isso é apenas imagi...
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》jisung fica extremamente bravo com minho e o pune.
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O sofá rangeu baixo sob o peso deles, como se protestasse contra o calor que emanava dos corpos tão próximos. Minho, por cima, deixou os dedos deslizarem lentamente da coxa de Jisung até a pele exposta do quadril, apertando ali com uma pressão firme que fez o outro arquejar levemente. O contato era uma mistura de provocação e domínio, mas ainda assim carregado de cuidado, como se ele quisesse que Jisung sentisse cada toque como uma promessa.
Com a mão livre, Minho acariciou a lateral do rosto de Jisung, os dedos passando pela mandíbula até a nuca, segurando o cabelo macio e puxando-o para um beijo profundo, devorador. Os lábios se encontraram com urgência contida, mordidas suaves que deixavam os sentidos à flor da pele. Jisung gemeu baixo, afundando as mãos nos ombros de Minho, puxando-o ainda mais para perto, sentindo o calor dos corpos se fundir no tecido das roupas que começavam a ficar incômodas.
Minho respirava pesadamente, o hálito quente escapando entre os beijos enquanto a mão que segurava a coxa de Jisung começou a deslizar lentamente para cima, explorando a pele macia exposta pelo short curto. Cada movimento era calculado para deixar Jisung suspenso entre a vontade de se entregar e o desejo de prolongar aquele jogo de controle. Ele sussurrou no ouvido de Jisung, a voz rouca carregada de uma promessa silenciosa:
— Tá bom assim?
Jisung só conseguiu responder com um gemido abafado, os dedos trêmulos agarrando a camisa preta de Minho, puxando-o com urgência. A camisa subiu um pouco, revelando o abdômen firme, e a sensação do contato direto da pele de Minho contra a sua foi quase eletrizante. Não havia pressa, mas havia intenção — uma tensão palpável que apertava o peito e incendiava a pele.
O corpo de Minho se moveu com mais peso sobre Jisung, e a fricção entre as coxas deixou o ar pesado, quase sufocante. O som dos seus gemidos se misturava com o da respiração irregular e o ranger do sofá, criando uma trilha sonora íntima que só eles podiam ouvir. Minho deslizou as mãos pelas costas de Jisung, descendo até a cintura, enquanto sua boca explorava o pescoço, mordiscando com delicadeza, deixando marcas que ardiam suavemente.