》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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#10 - leeknow
#7 - stay
#3 - leeminho
× isso é apenas imagi...
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》onde Jisung vai atrás de Lee Minho porque não há ninguém bom o suficiente para foder com ele.
ESSA É UMA CONTINUAÇÃO DE UM PLOT DA TERCEIRA TEMPORADA QUE SE CHAMA "GUIDE" .
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O som dos saltos ecoava pelo mármore da escadaria central, um compasso ritmado que enchia o silêncio da mansão. Cada batida era calculada, elegante, como se Jisung desfilasse para uma plateia invisível. A mão deslizava preguiçosamente pelo corrimão dourado, as unhas bem feitas refletindo a luz dos lustres de cristal. Ele subia devagar, como se o tempo fosse apenas uma extensão da própria vontade.
Usava uma blusa justa de seda cor-de-rosa, cravejada de pequenos brilhos que capturavam a luz, e uma calça de alfaiataria impecável que abraçava suas pernas com arrogância. O cabelo caía perfeitamente arrumado, moldado por spray e vaidade. Nos lábios, um brilho sutil de gloss.
O tédio, no entanto, pesava sobre seus ombros como um casaco de pele fora de moda. Cada passo que dava parecia um desafio contra a monotonia sufocante da casa. Ele se irritava com o eco dos próprios sapatos, com o excesso de luxo nos corredores, com a sensação constante de que o mundo inteiro girava devagar demais para acompanhar seu ritmo.
Quando chegou ao fim do corredor, notou a porta do quarto entreaberta. Uma fresta de luz escapava, interrompendo a escuridão. Arqueou uma sobrancelha com desdém. Empurrou a porta com a ponta dos dedos e encontrou um homem sentado na poltrona de veludo, as pernas cruzadas, sorrindo como se tivesse direito de estar ali.
O homem não era nada além de um corpo bonito embalado em arrogância. Alto, ombros largos, cabelos escuros penteados para trás com gel, deixando o rosto anguloso ainda mais marcado. Os olhos eram pequenos, pretensamente sedutores, mas carregados de presunção. A barba cerrada, bem feita, acentuava o maxilar duro. Vestia um terno ajustado, de corte caro, a gravata frouxa como se tivesse acabado de sair de uma festa. O perfume, forte demais, invadia o ar como uma agressão.
Ele avançou sobre Jisung com uma confiança animalesca, colando a boca à sua como se tivesse direito de possuí-lo. O beijo era bruto, sem ritmo, saliva demais. Jisung franziu o nariz, mas não se afastou; deixou acontecer, apenas para analisar, como quem assiste a um espetáculo mal ensaiado. As mãos grandes e ásperas subiam pelas costas, apertando sua cintura, esmagando as coxas.