》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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× isso é apenas imagi...
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》Onde o chega um forasteiro em Sable Cross, uma cidadezinha do velho oeste.
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O bar de terra batida no coração da cidadezinha de Sable Cross vivia cheio. Era sempre assim depois do meio-dia: calor insuportável, copos sujos de whisky barato e histórias mentirosas rodando de boca em boca. Mas quando Han Jisung entrava pela porta — com seu chapéu caído sobre os olhos, a camisa xadrez amarrada bem acima do umbigo e as duas pistolas reluzindo no coldre — o silêncio era instantâneo.
A madeira rangeu sob suas botas. Passos lentos, seguros. Ele andava como se o chão fosse obrigado a obedecer seus passos. Cintura fina, quadril largo balançando em desafio, pele morena como ouro velho queimado de sol. A calça de couro surrado agarrava nas coxas como segunda pele, deixando à mostra o osso do quadril e parte da virilha, como se tivesse sido proposital — e era.
Não havia uma alma viva que não olhasse. Alguns com desejo, outros com desprezo. Homens queriam domá-lo. Mulheres queriam destruí-lo. E Jisung… bem, Jisung só queria mais um copo.
— Coloca o de sempre, Thai — murmurou, largando o corpo no balcão com um suspiro preguiçoso.
Thai, a ruiva que comandava o bar como uma dona de bordel cansada, já tinha o copo preparado. Os olhos dela, verdes como grama ressecada, observaram a chegada dele com o mesmo pesar de quem espera por uma tempestade num dia seco demais.
— Entrou cedo demais, Han... Vai dar merda cedo demais também.
Ele soltou um riso baixo, e virou o whisky num gole só.
— Que culpa eu tenho se o sol me ama, Thai?
Três velhos bêbados, fedendo a suor, cavalo e vício, ocupavam os bancos ao lado. Riam alto demais, com a coragem líquida do álcool e a estupidez sólida da idade. Um deles cutucou o outro e apontou para o fundo do bar, onde uma garrafa vazia descansava sobre um barril.
— Aposto minha mula manca que esse viado não acerta aquela garrafa nem com os olhos abertos! — gritou o mais ousado, cuspindo no chão ao terminar.