》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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ranking;
#10 - leeknow
#7 - stay
#3 - leeminho
× isso é apenas imagi...
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》onde segredos se revelam, intenções se chocam — e no limite entre o medo e o prazer, o jogo muda de vez.
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A mansão de Lee Minho era o tipo de lugar onde até o silêncio parecia ensaiado. Desde a entrada com colunas imponentes até os corredores compridos e iluminados com lustres de cristal, tudo exalava um controle rígido, como se qualquer desvio fosse um erro imperdoável. Aquele lugar não aceitava bagunça — nem de objetos, nem de gente.
Mas Jisung não era exatamente alguém que se encaixava no conceito de ordem.
Era sua primeira semana como funcionário ali. O uniforme preto que usava era o mesmo que os demais empregados, ao menos em teoria. Ele havia ajustado o tecido, encurtado um pouco aqui, afunilado ali. O resultado era um vestido que se moldava à cintura e subia centímetros demais sobre as coxas a cada passo. Quando ele andava pelos corredores, não havia como não notar.
E ele fazia questão de andar.
A manhã começou com a casa ainda meio adormecida. Jisung passou pelo jardim interno, admirando as flores brancas sob o orvalho, e depois percorreu a biblioteca com passos lentos, os dedos deslizando propositalmente por alguns dos livros mais antigos. Seu horário de servir o café se aproximava, mas ele sempre gostava de explorar um pouco o ambiente antes. Não era curiosidade. Era estratégia.
Às sete em ponto, Minho apareceu na sala de estar. Estava impecável como sempre, o cabelo penteado para trás, camisa clara, mangas dobradas até o antebraço. Sentou-se com um suspiro quase imperceptível e pegou o tablet.
Jisung entrou alguns segundos depois, com a bandeja perfeitamente montada. Caminhou até a mesa de centro, que ficava bem em frente ao sofá, e se abaixou devagar para deixar os itens ali. Os cotovelos apoiaram no tampo de vidro, o quadril empinou sem pressa, e o uniforme curto subiu de leve, revelando mais do que o necessário.
— Café, senhor Minho — disse, em tom suave, como se aquele gesto provocante fosse o mais natural do mundo. — Forte e quente, como gosta.
Minho ergueu os olhos do tablet por um instante. Só um segundo. Mas suficiente.