》aqui vocês irão encontrar oneshot's minsung com variados contextos e as situações mais quentes que possam imaginar.
|lee minho × han jisung|
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× isso é apenas imagi...
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》Onde Jisung e Minho se unem em um golpe milionário, roubando a herança que já era de Jisung, mas disputada por sua família.
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O céu estava carregado, o peso das nuvens escuras pairando sobre o cemitério como um presságio. O vento cortava a pele, gelado, sussurrando entre os túmulos, como se até os mortos estivessem comentando sobre a mulher que seria enterrada ali.
O caixão, de madeira escura e acabamento lustroso, repousava sobre a cova aberta. O padre falava sobre redenção, sobre como toda alma merecia paz. Sobre como sua mãe finalmente descansaria.
Descansar de quê? Das drogas? Das festas? Da maneira como tratava todo mundo como se fosse superior, quando na verdade só afundava cada vez mais na própria decadência?
A mulher ali dentro deveria parecer jovem. Mas a vida que levou a consumiu antes do tempo. Seu rosto estava pálido, os traços relaxados em uma expressão quase cínica, como se até na morte zombasse de tudo ao seu redor.
Jisung não conseguia sentir tristeza. Ficava ali, parado, observando tudo com um olhar vazio, como se estivesse assistindo à cena de fora do próprio corpo.
Ele não sentia nada.
Talvez um alívio.
Era estranho perceber que, em dois meses, sua vida se resumia a isso. Voltar para um país que não chamava mais de lar. Ficar ao lado de uma mulher que nunca o amou. E vê-la morrer.
E agora, enterrá-la.
Os murmúrios ao seu redor eram baixos, respeitosos demais para alguém que nunca fez por merecer.
– Ela agora está em paz.
A frase ecoou próxima a ele, mas Jisung não olhou para ver quem disse. Paz? A mãe dele nunca foi sinônimo de paz. Sua presença era sempre um incômodo, uma presença tóxica que infectava tudo ao redor.
O cheiro dela ainda estava impregnado nas suas memórias: cigarro, perfume barato, álcool. O olhar sempre perdido, o desprezo disfarçado nos lábios pintados de vermelho. Ela nunca foi uma mãe. Apenas uma mulher egoísta que se alimentava dos prazeres da própria decadência.