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QUERIA FALAR NADA NÃO, MAS A HISTORIA ESTÁ PROXIMA DO FIM.

MARCOLA🔄

Marcola: Tu ta se escutando maluca? tu ta com ciúmes de uma criança

Renata: A criança que iria tirar você de mim- gritou- por que você acha que eu nunca quis  ter filho? Aquela criança que morreu com 3 meses foi eu mesma que matei, você lembra? do nosso filho? Eu matei ele.

Fico em estado de choque. Meu primeiro pivete, fruto de uma safadeza nossa depois do baile, os dois bêbados. Fomos descobrir quando a Renata ja estava de 3 meses e sangrando, no mesmo dia que ela me viu trocando ideia com uma mina e pensou merda.

Ela fez de vingança, descontou em alguém que não tinha a menor ideia e culpa.

Renata: Era pra ser eu, era pra ser eu nesses quadros, eu na sua vida, eu na sua cama, eu para toda a eternidade- falou olhando a sala e notando tudo- Ela nunca vai ser eu

Marcola: Agradeço muito a Deus por isso- falo na maior calma- to sendo muito paciente contigo

Agarro no cabelo dela e puxo até o lado de fora da casa. Ela começou a gritar pedindo ajuda e pra mim larga ela,

Marcola: Pode dar uma coça e manda descer a favela, vai descer sem pegar nenhuma peça de roupa, sem passar em casa, vai descer com nada.

Meleca: Beleza, bora piranha...hoje eu estava afim de descer a paulada em alguém mermo- falou rindo e saiu com ela da minha visão.

Entrei dentro de casa e trombei logo o Brayan, ele me olhou sorrindo e correu pro quintal. Me sentei no sofá e encarei os quadros e mini porta retratos. Festa de aniversario do Rhavi aonde tá geral. Uma minha e das crianças. Pedido de namoro da Luísa. Luísa e as crianças. Tinha de todos os nossos momentos, ou melhor, quase todos.

Era foda pra mim saber a verdade depois de tanto tempo. Ela foi capaz de matar o nosso filho e esconder toda a verdade por todo esse tempo.

Felícia: Ta tudo bem? Como você esta se sentindo- colocou a mão no meu ombro, estava estampado na cara dela que a mesma ouviu toda a conversa.

Marcola: Cadê o Rhavi? -mudo de assunto e passo a mão no rosto.

Felícia: Dormindo com o seu pai

Marcola: Chama o BN pra mim?

Ela concordou e saiu, logo menos o Bernardo apareceu. Se sentou do meu lado e esperou eu falar. Passei a mão no pescoço e olhei pra ele.

Marcola: Nova Holanda quer subir aqui cardique?

BN: Parece que a carga que nois pegou era deles, o 4k passou a visão que o rubinho passou a perna nele e em você..

Marcola: O Rubinho? Logo ele pô, trabalho com ele faz maior cota. 4k é quem? O frente da NH?

BN: Ele mermo- virou o rosto e encarou o Brayan- Como está se sentindo hein? Depois de tanta informação?

Marcola: Destruído né, olha o tanto de problema que me apareceu

BN: Por que tu não mandou matar a Renata? Vida se paga com vida.

Felícia: Matar não vai adiantar nada- apareceu com um pote na mão.

BN: A mina acabou com a vida do cara, matou o filho deles, pinta e borda nessa favela e não merece morrer?

Felícia: Bernardo- falou firme e encarando ele feio- Você sabe muito bem oque eu penso a respeito, e eu espero que vocês não matem ela

Desviei o olhar e encarei a Luísa que estava no quintal com as crianças. Estava tomando banho de piscina e brincando com as crianças.

Felícia: Ouviu Marcos Gabriel?

Marcola: Não garanto nada- olho no fundo dos olhos dela e me levanto- preciso fazer un bagulho agora, tem como vocês ficar com as crianças?

BN: Tem mermo, vai demorar?

Marcola: Sim- vou em direção ao quintal- Mô- grito por ela e ela vira o pescoço e me olha sorrindo.

Ela sai da piscina e caminha até mim, o cabelo preso, a pele brilhando e o corpo exposto. O biquíni destacava perfeitamente nela.

Minha, somente minha.

Luísa: Oque houve?

Marcola: Pega uma toalha e um short, bora ali...

Luísa: Ali aonde?

Marcola: Só faz oque eu tô pedindo

Ela concorda e sai. BN foi pra piscina com as crianças e eu peguei a chave do carro, esperei por ela na sala e logo saimos.

Saio da garagem com o carro e vou indo pro alto do morro. Levei ela pra uma casa bonitona que tinha lá no alto, tranquei a casa toda e puxei ela pra um beijo.

Luísa: Você acabou de sair da clínica, não pode estar se exercitando- parou o beijo.

Marcola: Relaxa e goza- pego ela no colo e volto a beijar a mesma, sento no sofá e ajeito ela no meu colo.

Luísa: Vai fazer oque comigo?

Marcola: Tu tá com o peito de fora, toda gostosa e molhada. Tá pedindo pra eu te comer né porra, tira a roupa e abre as perna.

O comando atravessa ela. Meu corpo reage de uma forma diferente e intensa. Ela obedece, deita no sofá de pernas fechadas, me ergui e fui por cima com um olhar safado.

Marcola: Se não abrir vai sofrer depois, Luísa. Abre as pernas pro teu homem. Quero te ver toda aberta.

Ela não responde e abre devagar. Puxo o pedaço de pano pro lado e encaro o peito dela, passo os dedos devagar e vou deslizando pelo abdômen, explorando e sentindo a curva da cintura.

Encosto a boca na pele dela e dou vários beijos lento, molhado, possessivo. A língua percorre pelo corpo dela, deixando um rastro de calor e arrepios. Beijo a barriga, coxa, até parar aonde já lateja por mim.

Minha língua começa a trabalhar com movimentos precisos, suaves, mais rápidos, arrancando gemidos que ela não consegue conter.

Seguro ela firme, puxo a sua perna e aprofundo mais o contato, deixando ela vulnerável e perdida.

NOVA NAVEOnde histórias criam vida. Descubra agora