Eu obedeci. As vozes. Não foi. Difícil. Eu só. Aceitei. Sabendo. Tudo. Não é real. Elas mentem. Minha cabeça. Está sangrando. Agora. Há sangue. Na parede. E eu me sinto tonta. E eu. Não me importo. Os gritos. Pararam. Os vultos. Continuam. Mas não. Olham pra mim. Não. Me assustam. Não é real. Eu sei. Eles. Querem. Que eu me machuque. Eu sei. Não é real. Eu sou. Uma idiota. Mas. É o único. Jeito. Minha mente. Só aumenta. A tortura. A cada segundo. O tempo todo. Não para. Eu não. Consigo. Ficar em paz. Não durmo. Não posso. Ela me tortura nos pesadelos. Ou acordada. Nada é real. E nunca. Acaba. Elas me enlouquecem. Cada segundo. E eu paro de resistir. Eu pisco. Os olhos. E as vozes baixam. Eu ouço silêncio. Por alguns segundos. As vozes. Baixam por um tempo. Elas param de rir. E me humilham. Com a verdade. Eu. Meu corpo todo. Manchado com. Sangue. Tem muito. No chão. Minha mão. Não. Funciona. Mas. Eu não. Sinto nada. Nenhuma dor. Eu ainda consigo. Aproveitar. Esse silêncio. Sem alucinar. Sem gritos. Logo. Eu sei que. Vou desmaiar. As visões. Me encontram. Nos sonhos. Os gritos. A tortura. Tudo. Começa. Denovo. E eu. Não vou. Morrer. ⅖11111qr7?
ŕ.2½sei que. Cometi. Um erro. O papai. Vai ficar. Chateado. A psicóloga. Também. Eu não. Tenho. Mais. Controle. Não. Não. ڹ¹¹¹1¹1¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹1q¹1eu sinto. Muito. Tem. Sangue. Na cabeça. As vozes. Querem. Me enganar. Não. Consigo me. Mover. Eu sinto. Muito.
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Meu Diário
Kurgu OlmayanEste é meu diário pessoal. Tento relatar sobre a minha vida como costumava fazer no meu antigo diário físico. Muitas vezes utilizo o gravador de voz para dizer tudo que está na minha mente. Não há coisas boas para se ler neste diário. Peço que tome...
