Meus Amores!!! Estou tão feliz que conseguimos nosso primeiro 1K de visualização que surtei e resolvi comemorar disponibilizando um capítulo hoje! Não se assustem, mas esse capítulo está enorme, não tive como dividir espero que não se importem. Alguns serão assim um pouco mais grandes e outros pequenos não tem um tamanho padrão. — Apenas um aviso! Tirem as crianças da sala nesse capítulo teremos umas cenas mais ousadas! — Chega de conversa e vamos ao que interessa!
Era difícil de acreditar que algo bom pudesse acontecer, depois de todo o sofrimento que passara nos anos em que esteva nesse depósito de pessoas.
Não foram somente os garotos que fizeram sua vida complicada, essa parte era a mais fácil: depois que Clair lhe dera permissão de se defender da forma que conseguisse, os garotos tinham medo dele, um ou outro apenas investia contra Theo e os que arriscavam sempre levavam a pior.
O problema maior vinha por parte dos funcionários do orfanato, que menosprezavam os garotos, abusavam deles de todas as formas possíveis. Um desses homens, que deveriam proteger os meninos, tentou pegar Theo à força, mas teve o nariz e algumas costelas quebradas antes que pudesse fazer qualquer coisa.
Theo precisou ser contido e foi colocado em solitária por dias. Não contou a verdade porque sabia que não acreditaria: todos sabiam o que aquele homem fazia, mas ninguém ligava para o que acontecia com esses jovens, que eram vistos como um fardo para a sociedade e possíveis marginais quando saíssem dali.
— Sr. Brooks, posso entrar? — Theo bateu a porta da sala de Martin.
— Por favor. — Martin apontou para a carteira vazia em sua frente.
— Estive pensando sobre aquilo que me falou e... — fez uma pausa longa olhando para a janela teve a impressão de ter visto Clair o observando com o sorriso no rosto — Como faremos isso?
— Não se preocupe, ainda hoje vou atrás de tudo que for preciso para tirar você daqui, mas tem que prometer ficar longe de confusão.
— E se ela vier até mim?
— Theodore, apenas você tem como controlar. Pense antes de agir, às vezes precisamos deixar nosso orgulho de lado.
— Tentarei o máximo.
Theo tentou manter fora de problemas que pudessem atrapalhar a tentativa de Martin Brooks de tirá-lo dali. Não foi nada fácil, Martin precisou de muita paciência e determinação, colocavam obstáculos em tudo, apenas no final daquele ano é que Theodore deixaria o orfanato. Foram poucos os momentos fora daqueles muros, viviam como presos. Poder ver a cidade, mesmo que cinza e coberta de poeira foi algo mágico para Theo.
— Temos muito trabalho a ser feito durante esse semestre e o outro que virá. Tudo dependerá deles para que ganhe a bolsa, vou pegar muito no seu pé.
— Não vou lhe decepcionar.
— Acredito em você.
— Só queria pedir uma coisa.
— O que é?
— Preciso visitar Clair, nunca deixaram, nunca pude me despedir dela.
— Sabe onde foi sepultada?
— Sei.
Após se despedir de Clair, Theo de fato começaria um novo ciclo em sua vida. Martin Brooks o proibiu de trabalhar pelo menos durante aquele ano: o acordo era Theo se dedicar aos estudos. Tinham praticamente apenas aquele ano letivo para que Theo conseguisse notas suficientes que o classificasse para uma bolsa de estudos; se ele não fosse aprovado, não teriam como pagar as mensalidades.
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Amargos Segredos [Completo]
General FictionToda pessoa tem direito a uma segunda chance? Theodore Issac nasceu órfão ficando à mercê do mundo. Graças ao destino sua trajetória segue outro rumo. Consegue vencer os obstáculos e se torna um cirurgião famoso em Nova York, porém a vaidade e arr...
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