Capítulo 17

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Mel

Rush fez o trampo dele certin,, o fdp do velho já tava apagado e os soldados dele morto, enquanto o Rush coloca o velho na limousine, eu vou até o carro do velho e pego 15 maletas super pesadas, acredito que cada uma delas tem 10 milhões rs '

Mel: fica u ceis tudo ae tiw, vamos come to di larica.

Nando: mando bem em morena, linguagem certinha.

Mel: sou afiada quando quero.

Rush: eae tiw, já vai levando esse velho pro galpao - falo pro L9 que tava dirigindo. - vo indo dmr, vo descansar um pouco pra festa de hoje.

Me aproximo dele...

Mel: quale, fica aqui tiw, come um pouco ae.

Rush: to afim não vey, flw.

Ele virou e saiu andando pra moto dele foi como um tiro pra lá, fiquei raivosa, tenho que parar de ser troxa.
Pedi umas porções e fui pra casa.
Chegando lá, tirei o vestido e joguei num canto da cama, coloquei um short minúsculo azul claro e uma regata que marcou bem meus leitos, regata branca, coloquei uma rasteirinha e fui pra sala aonde tava nando , ele sorriu e mordeu o lado inferior, peguei um casaco enorme preto que ele me deu e fechei até o pescoço.

Mel: vamos.

Nando: o que você vai fazer?

Mel: uns bang loco - sorri - já tô com dó.

Rush: Você é mal credo, nem parece a menina doce de quando tinha a mãe.

Mel: a vida me deu altos e baixos, pra mim saber me equilibrar, agora vamos. Mais vamos na RR.

Nando: frase linda essa hein, já pode fazer um livro de frases.

Mel: sai fora vey - gargalhamos.

Fomos como um tiro, chegamos lá e todos me olharam curiosos.

Mel: cadê o Rush? - perguntei ao celo.

Celo: Tá aqui não.

Mel: quero ele aqui.

Esperei 20 minutos e ele apareceu deixando sua moto um pouco longe, fiz questão de ir até ele dar umas palavras.

Mel: eu avisei mais cedo que queria você aqui tiw, se é surdo mermao? - ele riu e passou por mim, peguei o braço de e virei ficando dois cm longe dele.

Rush: to aqui fmz, agora pega ar e aproveita e pega distância também, mina chata uc em tiw, deixa eu em paz, quer fazer seu showzinho faz, eu vou ver mas, agora deixa eu em paz, eu hein, escrota! - falou e saiu andando, peguei minha pistola e atirei perto ao seu pé fazendo ele parar. - se tem problema tiw, se é loca man.

Mel: POR QUE NAO COMECA A FALA DIREITO COMIGO? - gritei - LOUCO E VOCÊ DE ME DESAFIAR, E QUER SABER, SE FODA DMR - sai andando na frente dele.

Nem esperei ele falar nada, eu tava magoada e a minha vingança naquele velho ia ser com todas as minhas raivas.
Entrei no galpao e ele já tava acordado, me olhava confuso.

Mel: senhor Mercedes - ri - que milagre o senhor aqui - fui o mais falsa possível.

Mercedes: José pra você princesa, vamos fazer nosso sexo com platéia?

Mel: ah - eu gargalhei - vou mostrar pra você que não sou quem você pensa que sou.

José: patricinha com corpao?

Mel: paty não po, paty não. Sou a pessoa que você vai querer morrer por conhecer. - ele já arregalou os olhos. - você acha mesmo seu velho babaca que eu ia transar com esse pirulito podre e mole aí? - falei seria porém todos riram - se você achou estava enganado viu - passei meu dedo indicador na sua boca.

A Dona Do Morro - TERMINADAOnde histórias criam vida. Descubra agora