A curiosidade matou o gato.

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 Mare, mãe de Emma, me servia. O estabelecimento estava pouco movimentado, já tinha passado o movimento da manhã, quando as pessoas iam trabalhar, e agora estavam poucas pessoas que se serviam em mesas redondas do café. O interior do café era aconchegante; e colorido, com copos diversificados, na minha mesa Mare colocou um copo com café e um croissant amanteigado.  

Fiquei pensando no Capitão America e no amigo dele, o que será que eles tanto queriam com aquele homem? Não tinha mais nada, Shield caiu, os agentes se foram, não ha a minima necessidade de mudança, e além disso já faz muito tempo que a Shield caiu, o que mais pode acontecer? Tudo bem que, em todo o tipo de organização a segredos, nem mesmo o FBI ou a Nasa é limpa. 

Terminei de tomar meu café e fui andar pelas ruas de Washington. O bairro onde eu moro agora é tudo perto de tudo, minha nova escola a algumas quadras, e o café Appétit perto da casa do meu pai, então temos um parque a umas ruas de distancia do café, e umas lojas na mesma rua, não ha coisa mais simples. A não ser uma coisa; decorar as ruas. Eu podia estar, um pouquinho, perdida. 
 Se havia algo que eu odiava, era me perder. Eu poderia ligar para Ketra, mas ela contaria para meu pai, eu não tinha o numero de nenhuma das garotas, o que me fez achar que eu tinha muito azar. Então resolvi voltar sozinha, tentar pelo menos. 
 Andei por umas ruas, algumas vazia e desertas, outras mais vivas. Foi em uma dessas ruas desertas, com casas mais tradicionais que me dei conta que sai demais da área onde estava. Com certeza eu estava longe do café e ainda mais longe da minha casa, ai me lembrei do meu celular. Burra! Eu podia simplesmente pedido um táxi. Peguei meu celular para ligar para um táxi, quando ouvi passos. 
Me virei para ver quem era o louco que corria em uma rua deserta. Assim que vi ele me escondi em uma área entre as casas. Se minhas respostas fossem respondidas, adorarei ficar para ver.

Era o mesmo homem que o Capitão America perseguia na rua que dava ao café, só que sem a roupa escondendo o braço, ele possuía um braço normal, porém o outro... o outro era feito de algum metal, um tipo de protótipo que substitui o original, havia uma estrela vermelha no ombro do braço estranho, isso me levava a pensar no patriota, que surgiu correndo na rua. Eu sabia que ele estaria aqui, onde tem fumaça tem fogo. 

Os dois corriam para mais longe da minha visão, fui me aproximando, e me perguntei se eles ficam sempre correndo. Comecei a andar para ver se os acompanhava, mesmo que de longe.

Vou resumir tudo o que aconteceu depois: Tinha uma lata de refrigerante no meu caminho.

Avengers Lovers - Soldado InvernalHistórias para pegar e não largar. Descubra agora