Vilões em ação

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— Tem certeza que é por aqui? Eu ainda acho que estamos andando em círculos — Cendy falou, parando um pouco para olhar ao redor.

— Ele fica se mexendo de um lado para o outro, assim fica difícil... — a loira sentou no chão, tentando pensar em alguma alternativa. 

— Nós precisamos continuar tenta... Ei, aquele ali não é seu mordomo? — Laxus apontou para o final do corredor.

— Onde? — Cendy se virou para olhar. — Gênyro, o que faz aqui?

— Lady Cendy, finalmente — parou ofegante. — Eu estava cuidando de Nico, como a senhorita pediu, do nada veio um homem alto e tentou pegar o garoto. Eu lutei contra ele mas não consegui... Perdão por não cumprir meu trabalho...

— Tudo bem, Gênyro. Não tenho do que reclamar sobre seus serviços, infelizmente coisas assim podem acontecer com qualquer um — sorriu amorosa.

— Muito obrigado, Lady.

— Ele está indo por ali agora — a loira indicou o corredor da direita.

— Por ali tem uma cozinha, eu passei por ali enquanto corria. Vem, eu mostro para vocês — saiu andando na frente.

Gênyro andava devagar enquanto guiava os três até a cozinha. Ele não sabia o que Jones faria quando chegassem lá, só esperava que ele não abrisse o bico e denunciasse seu disfarce.

Chegaram na cozinha e espreitaram pelo batente da porta. Dentro do local, Jones cortava várias caixas de leite, guardando o leite em jarras.

— O que esse cara tem na cabeça? — a loira olhava tudo com dúvida.

— Deve estar tramando algo — Cendy respondeu.

— Com caixas de leite?

— Vai saber, ele não parece ser muito normal, sabe...

— Temos que arranjar um jeito de pegar as chaves, estão ali naquela bancada — Laxus indicou o local.

— Eu e a senhorita Lucy poderíamos ir agachados até lá — o mordomo sugeriu.

— Boa ideia, vamos lá!

Os dois seguiram o plano, cada um indo para um lado da cozinha, sempre tomando o cuidado para não serem vistos. Lucy conseguiu chegar nas chaves mais rapidamente e, com cuidado esticou um dos braços para pegar as chaves.

No momento em que pegou as chaves, Jones se virou para ela, sorrindo. A porta da cozinha se fechou e uma fumaça marrom preencheu o local.

—— // ——

— DROGA. Essa coisa não abre — Laxus chutava a porta.

— Isso já está virando palhaçada, como esse cara sempre sabe onde estamos e consegue nos pegar tão facilmente? Eu vi uma sala de câmeras, mas nenhuma delas mostrava esse lugar...

— Fora você, acho que todos desmaiaram em algum momento. Ele pode ter colocado algum rastreador escondido.

— Rastreador... Enfim, isso não importa agora. Como vamos abrir essa porta? — pegou na maçaneta, abrindo a porta.

— Abriu... Não tem nada, maldição...

— Não tem como eles saírem assim do nada, ou será que tem? — olhou para os lados.

Os dois analisaram o lugar atrás de algo que pudesse indicar uma fuga, sem a utilização de magia. O loiro muito atento, viu que a porta de um dos armários estava levemente aberta. Sem muitas esperanças, abriu a porta.

A Pena da CuraHistórias para pegar e não largar. Descubra agora