Anastasia Steele é uma verdadeira garota problema que a contra-gosto é obrigada a se mudar para uma cidade pequena a fim de morar com seu pai, Raymond, o chefe de polícia de Spokane.
É quando se depara com o filho de sua vizinha, um estranho garoto...
- Bom dia, Raymond. - Falei indo até meu pai e beijando sua bochecha, antes de me sentar à mesa. - Bom dia, filha. Acho que alguém acordou de bom humor hoje, não é mesmo? - O moreno notou tomando uma xícara de café. - Claro! Deve estar um dia lindo lá fora, não? - Comentei mordendo um pedaço de torrada. - Aham... - Raymond me olhou desconfiado - Aconteceu alguma coisa filha? - Nada demais, só estou me adaptando cada vez melhor a Forks, só isso mesmo. Mas é ótimo, não? - Respondi de boca cheia e ele sorriu. - Sim, ótimo mesmo e fico muito feliz por isso, Ana. - O delegado falou fazendo carinho nos meus cabelos que sorri - Estou indo trabalhar, mas que tal almoçarmos fora no restaurante da cidade hoje? - Adoraria Raymond. - Concordei terminando de tomar meu café. [...] Depois de tomar café com meu pai, lavei a louça, escovei os dentes e ele me levou para a escola. Chegando lá procurei Christian com o olhar e o encontrei entrando na biblioteca. Pensei em entrar lá para namora-lo, mas sei o quanto ele gosta de ler e resolvi não incomoda-lo com meu fogo todo, tenho que ir com calma. Me juntei a Ethan, Katherine, Elliot, Mia e ficamos conversando durante os intervalos das aulas. - Christian amanheceu tão mais alegre hoje, nem parece o mesmo de sempre. - Katherine comentou enquanto comia seu sanduíche. - Ah é? - Me fiz de desentendida - E você sabe por quê? - Não. - Kate negou - Mas não importa o que o tenha feito se animar tanto, só espero que meu irmão continue sempre feliz como está hoje. - A loira disse me fazendo sorrir ainda mais. [...] - Ana - Christian se aproximou de mim enquanto mexia em meu armário para pegar o livro de biologia, matéria da aula que virá a seguir - Não consigo esquecer a noite de ontem. - Murmurou baixinho para mim. - Nem eu, Chris. - Admiti sentindo minhas bochechas corarem, coisa muito rara de acontecer - Você quer que isso se repita mais tarde? - Mordi o lábio. - Uhum - Ele confirmou sorrindo torto para mim. - Te espero no lugar e horário de sempre então. - Falei piscando para ele e me afastando do moreno. [...] Depois da aula fui almoçar com meu pai no restaurante da cidade, que não é lá grande coisa mas até que tem alguns pratos bem gostosos por aqui. - Está gostando daqui Anastasia? - Ray perguntou pondo uma garfada de comida na boca. - Sim pai. Quer dizer, Ray. - Me corrigi. - Gostaria muito que você me chamasse de pai, como fazia quando muito criança. - Ainda é meio difícil para mim, me desculpe. - Fiz uma careta, me sentindo sem graça, mas essa é a verdade. Por mais que eu e Raymond estejamos nos reconciliando, ainda sinto mágoa de mal ter sido criada por ele depois da separação. - Tudo bem. - Ele respirou fundo. - Falar nisso gostaria que você atendesse as ligações da sua mãe. - Ah, ela foi reclamar com você é? Quem diria... - Bufei revirando os olhos. - Filha, você parou de falar com sua mãe desde que foi embora de Vegas e ela está triste e muito preocupada com você. Por favor, converse com ela nem que seja o trivial. Querendo ou não, Carla é sua mãe e sempre vai ser. Faça isso por mim, Ana. Por favor. - Insistiu. - Okay Raymond. Farei isso então. - Concordei meio a contragosto, mas concordei. [...] - Filha, que saudade! Como você está? - Respeitando o pedido do meu pai, atendi a ligação de Carla assim que cheguei em casa. - Saudade por quê? Não foi a senhora que me mandou embora da sua vida? - Perguntei deitando de barriga para cima na minha cama, passando a olhar para o teto do quarto. - Não foi assim e você sabe disso. Te mandei para aí pra te afastar das má companhias, que estavam te levando para um caminho ruim e talvez, sem volta. - Que papinho chato, hein? - Bocejei. - Filha, por favor me diga como você está. - Insistiu de novo. - Bem na medida do possível. - Respondi secamente. - Ana, eu te amo muito. Espero que um dia você volte a acreditar nisso. - Quem sabe, não é? - Dei de ombros, limpando com o antebraço uma lágrima que insistiu em cair dos meus olhos. - Preciso desligar. - Okay filha... Beijos! - Tchau. - Me despedi me levantando da cama e jogando o celular na mesma. Não adianta, ainda estou com raiva de Renée e apesar de ter diminuído, não estou pronta para reatar os laços com ela. [...] A noite fiz quase o mesmo esquema da noite anterior. Fiz as atividades escolares, jantei com Raymond e me arrumei para encontrar Christian de novo e poder beija-lo novamente, de forma até mais quente que na noite anterior se eu puder e ele permitir. Estava terminando de pentear meus cabelos quando ouvi um barulho vindo da janela. Pensei que era Christian chegando, mas ouvi o barulho novamente e percebi que alguém está tacando pedrinhas na janela, provavelmente para falar comigo. Será que é o Grey avisando que não vai poder me ver hoje? Poxa, que pena se for isso mesmo... Caminhei até a janela e a abri tendo uma grande surpresa. Não era Christian e sim meu ex, Jack, quem estava ali.
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Jack ressurgindo das cinzas, por que será hein?
Pessoal, sei que estamos com o fofurômetro alto aqui, mas não esqueçam que a fanfic é drama/romance, okay? Daqui alguns capítulos vocês vão ter que comprar lençinhos!