🥇 1° lugar como BadBoy
🥇 1° lugar como erótico
Harry F. Evans é tudo aquilo que uma garota evita se envolver.
Problemático, usa sarcasmo além do que se deve, tem o cabelo mais bonito do que o de muitas garotas e o pessimo habito de fumar.
Ele não...
Nota da autora: estamos numa fase de crise e ansiedade por conta do covid-19, e eu resolvi postar com uma frequência maior para incentivar a atividade de leitura, logo, a permanência em suas casas. Não tenho a obrigação de postar todos os dias e as vezes estou muito cansada para fazê-lo, mas tentarei ao máximo manter uma rotina assídua com vocês já que estamos numa época tão tensa. *****************
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— Sei que está acordada, Theodora — mantive meus olhos fechados na tentativa de evitar uma conversa seria ou a realidade em si.
Tinha ido dormir devidamente vestida, com a calcinha e o moletom de volta ao corpo, assim como a calça e a cueca de Harry tinha voltado para o lugar. Mesmo assim, quando acordei com seus braços ao meu redor e sua respiração em meu pescoço, era como estar totalmente nua.
Estava nervosa demais para encara-lo quando a adrenalina passou.
— Theodora... — parecia um aviso. Senti meu moletom subir até a altura do meu quadril. Deus o que ele estava tramando tão cedo? — Terá que me enfrentar uma hora ou outra.
Ou eu poderia me fingir de morta para sempre.
O silêncio se instalou e pensei que ele finalmente tinha desistido. Dentes se fincaram na pele sensivel da minha anca esquerda, me levando a dar um coice no vento.
— Poxa vida! — levei a mão ao traseiro me sentando com a dor alucinante que sua mordida me causou.
Harry gargalhava na cama, apoiando a cabeça na mão, debochando arduamente de mim.
— Está acordada afinal.
— Certamente que sim, e se não estivesse isso teria dado um jeito — rangi os dentes ainda sentindo uma ardência onde seus dentes tinham se projetado.
Maligno!
— Era isso ou você se tornaria parte desse colchão, e eu quero tomar café — ele tem uma casualidade formidável, mesmo estando deitado ao meu lado depois dos acontecimentos da noite.
— Acho que eu devo voltar para o meu quarto — fugir novamente era ridículo, mas não sabia ao certo o que esperar ou falar. Observei seu corpo relaxado, o cabelo desgrenhado e perigosamente sensual e recordei dos olhos sombrios fixados no meu rosto quando uma parte especifica de seu corpo estava na minha boca.
Ele era enorme. E eu ainda lembrava o gosto.
Semicerrando os olhos para mim, temi que lesse meus pensamentos. Se ele tivesse tal habilidade eu não me chocaria.
— Tem um chuveiro aqui, sempre tem escova de dentes extra na minha bolsa e eu posso pedir comida — se adiantou. — quais são suas desculpas?
Ele era odiosamente sagaz.
— Não tem minhas roupas para vestir— respondi.
— Então fique sem nada — rebateu, sorrindo de lado. Meu rosto inteiro ardeu com o joguete.