🥇 1° lugar como BadBoy
🥇 1° lugar como erótico
Harry F. Evans é tudo aquilo que uma garota evita se envolver.
Problemático, usa sarcasmo além do que se deve, tem o cabelo mais bonito do que o de muitas garotas e o pessimo habito de fumar.
Ele não...
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Assim que Theodora se desfez pela segunda vez na minha boca, seu corpo amoleceu, e como claramente ela não estava acostumada com praticas sexuais, sabia que estava cansada.
Queria tanto me afundar naquela fenda quente e úmida, tão pronta para mim...
Mas no mínimo ela estaria indisposta demais para aproveitar tudo o que eu tinha para oferecer. E eram muitas as ideias que rondavam minha cabeça sobre o que fazer com ela.
Me ergui, a puxando para os meus braços, sentindo suas pernas ainda tremulas e fracas me curvei para ergue-la.
— Porquê está me carregando? — murmurou de olhos fechados. Deus, eu tinha acabado com a mulher. Meu ego se sentiu imensamente orgulhoso.
— Porquê acho que não é capaz de chegar na cama com os proprios pés — falei alcançando a cama e a deitando.
Ela sorriu como se estivesse bêbada.
— Tem razão, sinto como se estivesse flutuando.
Meu pau doía tanto dentro da calça que poderia rasga-la, mas isso não me impediu de achar graça no seu comportamento.
Ela abriu os olhos, alarmada, e se apoiou nos cotovelos. Seus mamilos rosados e eriçados me tentando a morde-los, puxa-los com os dentes, fazê-la sentir um pouco da dor que eu sentia por não a estar possuindo.
— O que eu devo fazer? — perguntou. Era uma pergunta simples, mas era a coisa mais provocante que eu ja tinha ouvido. Porque significava que ela nunca tinha agradado ninguém. Desci o olhar por entre suas pernas, totalmente despida e lisinha.
Possessividade não era meu forte, e um sentimento que eu desconhecia até pouco tempo, nunca me importei com quantos ou com quem alguma parceira havia dormido, o que e como tinha feito. Mas Theo não. Theodora era inteiramente minha naquela cama, mesmo que Raul tivesse tentado pôr as mãos eram os meus dedos que tinha o cheiro dela. Era a minha boca que a tinha feito gozar.
— Por hoje, nada — respondi. Se eu entrasse nela, não pararia.
Ela arqueou suas sobrancelhas aparentes pela franja que tinha ficado de lado. Era uma franja um tanto bipolar.
— Mas eu quero — disse, mexendo com todos os eu sentidos. Ela se sentou e então engatinhou até a ponta da cama onde eu me encontrava de pé.
C.a.c.e.t.e.
Vê-la de quatro fez meu pau pulsar. Ela agarrou o cós da minha calça. Me olhando exatamente como eu a tinha olhado antes de cair de boca nela.
O olhar de boquete. Oh sim.
Era a porra de uma injustiça ela ser tão safada, tão disposta, tão fora de si para uma garota tão inexperiente. Não sabia o quanto ela tinha se reprimido ao longo dos anos, mas certamente tinha chegado ao seu limite.