🥇 1° lugar como BadBoy
🥇 1° lugar como erótico
Harry F. Evans é tudo aquilo que uma garota evita se envolver.
Problemático, usa sarcasmo além do que se deve, tem o cabelo mais bonito do que o de muitas garotas e o pessimo habito de fumar.
Ele não...
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Iria mata-la. Aquela criatura esperta e audaciosa, sumindo bem debaixo do meu nariz.
Ah, ela estava muito ferrada. Muito. Tinha muitos planos para fazê-la pagar pela coragem de deixar o quarto sem uma palavra, mas eles esperariam que eu a coloca-se contra uma parede primeiro e trepasse com ela até que ela perdesse as forças.
Kauan estava certo, um beijo e eu sabia o que estava acontecendo. Precisava dormir com ela, me afundar nela, fode-la contra uma parede, sobre a cama com sua franja suada na sua testa, no chão.
Queria o seu corpo macio e suave curvado na mesa do quarto, calcinha pro lado enquanto eu estivesse entrando fundo nela. Sim, eu colocaria cada centímetro.
Sua buceta deveria ser quente, e só de imaginar sentia meu membro latejar.
Desejava Theodora desesperadamente, todos os meus poros queriam prova-la. Ansiavam por isso.
Sorri, esperando que a água fria do chuveiro me acalmasse, porém não estava fazendo muito efeito. Minha mente corria a cada segundo para ela.
Ela gemia como um anjo entregue a perdição, como iria gemer ao se entregar pra mim.
Apoiei as mãos no azulejo, querendo organizar os pensamentos ou ao menos pensar em algo que não fosse sujo e pecaminoso.
Tinha evitado a banheira, sabia que se me sentasse para relaxar naquela água morna de cheiro agradável, logo estaria associando a jacintos, olhos bicolores e Theodora.
Era como um feitiço.
Foda-se se ela tinha transado com Raul no estacionamento da editora. Foda-se o Raul. Foda-se qualquer coisa que me impedia de apreciar cada parte do seu corpo.
Ela iria para cama comigo, e nada impediria isso.
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Pensei em dar um tempo a ela, um tempo a mim mesmo, para que os ânimos se acalmassem. Ela surtava facil e criava teorias a todo instante, não queria ser tido como aproveitador ou algo do tipo.
No entanto, as onze e meia da noite estava batendo em sua porta, como um cão sarnento sem dono, desesperado e carente. E sóbrio, para ter certeza que tudo que acontecesse ali não seria alterado pela minha cabeça.
Ela poderia não transar comigo mesmo depois de toda a empolgação no meu quarto, onde parecia que ela faria tudo que eu mandasse. E eu não me importava.
Estava ansioso, suando, aflito, precisava vê-la, saber porquê tinha saído de fininho.
A porta se abriu, e meu coração deu um disparo. Não sabia o que esperar de Theodora, ela era uma incógnita, poderia me expulsar dizendo que havia prometido deixa-la livre, ou me beijaria tão intensamente como mais cedo.
Nunca tinha sentido tanto medo da reação de uma mulher.
Sua figura miúda vestida em um moletom azul enorme com os dizeres "Okay? Okay" aqueceram minha alma. A roupa alcançava quase metade das suas coxas de tão grande. Era fofo, e indescutivelmente sexy já que suas pernas estavam despidas e ela não usava nem sandalias naquele piso frio.