Capítulo 15

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ʙᴜᴛ ɪ ᴡɪʟʟ ɢᴏ ᴅᴏᴡɴ ᴡɪᴛʜ ᴛʜɪs sʜɪᴘ ᴀɴᴅ ɪ ᴡᴏɴ’ᴛ ᴘᴜᴛ ᴍʏ ʜᴀɴᴅs ᴜᴘ ᴀɴᴅ sᴜʀʀᴇɴᴅᴇʀ ᴛʜᴇʀᴇ ᴡɪʟʟ ʙᴇ ɴᴏ ᴡʜɪᴛᴇ ғʟᴀɢ ᴀʙᴏᴠᴇ ᴍʏ ᴅᴏᴏʀ ɪ’ᴍ ɪɴ ʟᴏᴠᴇ ᴀɴᴅ ᴀʟᴡᴀʏs ᴡɪʟʟ ʙᴇ

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ʙᴜᴛ ɪ ᴡɪʟʟ ɢᴏ ᴅᴏᴡɴ ᴡɪᴛʜ ᴛʜɪs sʜɪᴘ ᴀɴᴅ ɪ ᴡᴏɴ’ᴛ ᴘᴜᴛ ᴍʏ ʜᴀɴᴅs ᴜᴘ ᴀɴᴅ sᴜʀʀᴇɴᴅᴇʀ ᴛʜᴇʀᴇ ᴡɪʟʟ ʙᴇ ɴᴏ ᴡʜɪᴛᴇ ғʟᴀɢ ᴀʙᴏᴠᴇ ᴍʏ ᴅᴏᴏʀ ɪ’ᴍ ɪɴ ʟᴏᴠᴇ ᴀɴᴅ ᴀʟᴡᴀʏs ᴡɪʟʟ ʙᴇ.
ᴅɪᴅᴏ, “ᴡʜɪᴛᴇ ғʟᴀɢ”

Abro os olhos e, por um segundo, não reconheço onde estou. Sento-me de sobressalto na cama. É dia e estou sozinha.

Não ter dormido nada depois de rever Bailey na balada me fez desmaiar e apagar a noite inteira.

As lembranças do dia anterior retornam à minha mente e o quadro do Johnny Cash na parede me tira um sorriso largo. Deito-me outra vez na cama e me espreguiço.

Ouço Bailey cantarolando uma música do Charlie Brown Jr. Não sei por que ele não está aqui na cama comigo.

Levanto e caminho pelo quarto, observando tudo ao redor. A guitarra, o quadro do Johnny Cash e os livros do Stephen King me lembram dos velhos tempos. Sobre a escrivaninha no canto estão algumas partituras de música com trechos escritos. Reconheço a letra do Bailey.

Apanhando uma delas, olho o mural de fotos na parede e me surpreendo ao me reconhecer nele. Há muitas fotos nossas. Bailey esteve estagnado no tempo tanto quanto eu.

Recolocando a folha no lugar, saio do quarto e não o vejo. Pelo som de sua voz, imagino que esteja na cozinha. Pego minhas roupas e vou para o banheiro. Preciso de um banho antes de conversarmos.

No armário sob a pia encontro uma toalha limpa. Bailey ainda é o mesmo cara organizadinho.

Antes de ligar o chuveiro, confiro as mensagens no celular. Há uma porção delas e três ligações perdidas do Noah.

E aí, resolveu saporra?!

A mensagem de Sabina me faz rir.

Tô tentando.

Respondo, e outra mensagem dela chega rapidinho.

Pega esse homem de jeito, gata.
Você conhece minhas histórias.
É hora de usar tudo.

Hahaha. Ok, como se eu não soubesse o que estou fazendo.

Você tá enferrujada.

Ou não, né?

Nunca soube o que rolou ou não em Londres.

Nem vou responder.

Já respondeu. Mas vai lá com o mestre da paudurecência que eu vou usar meus poderes malignos do sexo agora.

Contenho uma risada alta, não querendo chamar a atenção do Bailey. Envio uma mensagem para minha mãe, avisando que estou bem e que mais tarde irei para casa.

A Escolha Perfeita do CoraçãoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora