"Quando a Lua mostra o seu Clarão"

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Era um dia normal, um dia como qualquer outro, todos haviam se acostumado com a presença da pequena ali e bem, já estava fazendo quase um ano que ela havia chegado ali com eles e todos estavam adorando a presença da pequena Maki ali.

Agora ela estava com Robin, a doce garotinha brincava com as múltiplas mãos que a arqueóloga simulava para a pequena, ela ficava muito impressionada com tais coisas, como uma doce criança que via cada coisa como nova para si mesma.

— Maki, vem cá – chamou a morena.

A pequena demorou um pouco para assimilar que era ela, mas logo engatinhou na cama e foi até ela.

Robin achou isso extremamente fofo. Principalmente quando ela colocou um pequeno laço em seu cabelo branco.

— Pronto, agora a Maki está muito linda – disse a mesma sorrindo.

— Abu a ou aru – falou Maki batendo as mãos.

— Isso Maki, isso mesmo – respondeu a ela, a pequena sorriu

— Ah ah ah ioa – continuou a falar, e falou muito.

Robin a escutava, enquanto respondia calmamente a bebê, ela era muito fofa e isso era algo que ela adorava.

Um alarme tocou e Robin olhou para o mesmo.

— Já está na hora de comer, pequena Maki – pegou a menina no colo e se levantou da cama — Vamos lá com o Sanji ver se a comidinha já está pronta?

— Ah abu – respondeu ela, alegre.

Robin sorriu, e ambas saíram do quarto em direção a cozinha.

Quando chegaram lá, Sanji estava terminando de aprontar algo e que cheirava muito bem por acaso.

— Ah, vocês estão aqui! Robinzita! Maki-chan! – falou o cozinheiro sorrindo.

— Maki me disse aqui que quer comer a sua comida Sanji – falava Robin.

— Oh, então essa pequena dama aqui está com fome e deseja a minha comida? É pra já – diz ele, Maki sorriu e bateu palmas.

Rapidamente Sanji fez algo, bem, algo que normalmente um bebê consegue comer normalmente e assim, deixou na mesa.

— Pronto, o melhor de hoje – falou ele

— Obrigada Sanji – agradeceu a morena

— De nada, nobre donzela – sorriu feliz.

— Aaa San San aa as – dizia a pequena que estava aprendendo a falar.

— De nada também pequena dama – passou a mão na cabeça dela e sorriu.

Maki estava sentada na perna de Robin enquanto a mesma dava colherada por colherada na boca a comida que Sanji havia preparado e o loiro só observava.

A pequena bagunçava tudo, as vezes pegava na mão para sentir ela e depois colocava na boca e recebia um aviãozinho de Robin também, no final, ela arrancou risos tanto de Robin quando de Sanji, que a observavam e que no final, terminou mais suja que o próprio capitão deles, mas a mesma parecia muito feliz.

— aaaa – a menina ergueu seus braços pequenos para que Sanji a pegasse nos braços

— Oh, claro, aos seus serviços minha pequena dama – ele a pegou nos braços.

Logo, ela o abraçou, ele sorriu de canto, estava feliz com aquela pequeno abraço daquela pequena dama, ele não recebia algo assim quando era da mesma idade.

— aaa abu – ela riu e logo Robin a pegou de volta

— Melhor alguém toma um banho, está bem suja depois de comer – falou para Maki — até depois senhor Cozinheiro 

— Tchau Robinzita, tchau Maki-chan – ele acenou para as duas saindo.

[…]

Robin chegou no banheiro e logo entrou com a pequena que fosse banhada.

Colocou a pequena na banheira e começou a dar um banho gostoso nela, enquanto a mesma brincava com alguns brinquedos que haviam sido comprados para ela.

A bebê brincava distraída com os brinquedos e a água, enquanto a arqueóloga estava com um pouco de pena dela, já que, era fácil ver a sua cicatriz, que agora, estava bem cicatrizada e não havia risco de piorar.

Robin estava perdida em seus pensamentos até que a pequena riu, e sua risada tomou conta de toda a sala de banho e que fez a mesma perceber que isso não era tão importante assim.

Terminado o banho delas, saiu e logo a vestiu com as roupas que havia comprado e a levou para o convés, era melhor pegar um pouco de sol às vezes sabe.

[…]

Agora era noite, era bem tarde na verdade, e a pequena Maki estava bem agitada, digamos que muito mesmo, e digamos que Nami já não aguentava mas e Carrot já dormia mais que tranquila.

— Não se preocupe, eu vou cuidar disso – dizia a arqueóloga pegando a pequena do berço.

— Obrigada, eu só quero dormir, boa noite – falou ao voltar a dormir.

Ambas saíram dali e foram para a parte de cima, já que era boa uma brisa daquelas para dormir, Robin fazia isso quando não sentia sono.

Porém, a pequena realmente estava agitada, tão agitada como seu capitão.

— Quer que eu cante algo para você? – perguntou com a pequena que brincava no chão.

— abu? – achou que ela não sabia o que era isso, mas olhou curiosa

Robin sorriu e a pegou e se sentou na espreguiçadeira e a deitou nos seus braços.

Os balançou calmamente, para tentar ajuda, já que a pequena estava bastante agitada ainda. Ela começou a cantarolar, o que fez a pequena presta muita atenção na cantoria.

~Quando a lua mostra o seu clarão, os pássaros vão dormir 

~Cada poste assim, acende seu lampião, as fadas vão sair, elas dão as mãos pra cantar, a sua sutil canção

A mulher cantava e a bebê somente escutava calada, enquanto colocava o dedo da boca.

As doces melodias da mulher arqueóloga fizeram a garotinha prestar atenção e seus olhos começaram a pesar um pouco.

~Quando a primavera traz seu tom, as fadas perto estão, as fadas perto estão

~Venha agora comigo no céu, sobre as colinas e o mar, para além de onde cai todo véu, onde livres podemos voar…

Nesta altura, a pequena havia adormecido, o que uma canção sobre fadas não faz por muito?

Robin ainda permaneceu ali, com a pequena dormindo sobre os seus braços, que dormia profundamente. A mulher olhava o brilho da lua, era tão lindo, a luz que iluminava o lugar lembrava os cabelos da pequena Maki. 

A morena sorriu, e assim começou a cantar novamente a mesma canção novamente, para garantir que a mesma dormia profundamente agora.

Bebê a Bordo [One Piece]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora