Camila Cabello | Point of View
Fiquei o encarando por muito tempo e apaguei no cinzeiro o charuto que fumava. Lauren entrou na sala e eu dei graças a Deus por ela aparecer.
— Ei, baby, está tudo bem? Precisamos de você para algumas decisões finais.
— Claro, Lauren. -–Ela ficou ao meu lado e eu segurei a cintura dela após me levantar. — Esse é meu tio Ramires, Lauren. – Eles apertaram as mãos.
— É um prazer, senhorita Jauregui. Conheço seu pai, jogamos golfe juntos.
— Meu pai e o golfe. – Ela disse com um sorriso esquisito no rosto. — Não quero atrapalhar vocês, mas Camila precisa mesmo decidir alguns detalhes.
— Tudo bem, eu já estava de saída. Camila, pense com carinho no que falei.
— Até qualquer dia. – Falei e ele saiu dali, cai meu corpo novamente na poltrona.
— O que ele queria?
Ele praticamente disse que Alejandro está vivo e que Sofia corre risco se não assumir a empresa. Ainda bem que ela não falou que pretende vendê-la. Esse merda disse que está na minha mão essa bomba.
— Não está, seu pai não queria você na família.
— Agora que minha vida deu essa reviravolta e estou com você, parece que cai nas graças do demônio.
— Isso não é responsabilidade sua, Camila.
— É minha irmã, preciso ajudar ela de alguma forma.
— Vai sacrificar sua vida de novo por causa dela?
— Não, mas podemos achar um meio termo.
— Precisamos achar o Alejandro e fazer ele pagar pelos crimes que cometeu.
— Como vamos fazer isso?
— O plano continua, ele conversou com você e aposto que vai correndo contar para o demônio. Vamos seguir ele.
— Agora ele viu o carro.
— Eu tenho uma ideia.
— Descemos as escadas e chamamos Ali e Ro, Lauren pagou o pintor para emprestar o carro dele, achei ela bem engenhosa, Lauren só me surpreende, é difícil resistir a alguém tão perspicaz assim.
— Acha mesmo que ele vai ver o Alejandro?
— Ele praticamente chorou na minha frente, ele está sob forte pressão, acho que ele não vai se segurar.
— Ele está com medo. Senti uma energia fria dele, ele está assustado.
— Lauren, você estudou sobre essas coisas? – Robbie perguntou e ela negou.
— Não, só me conecto muito a natureza e ela me retribui assim. Sou grata por esse dom.
— Ela é muito preciosa, não? – Falei beijando o rosto dela. — Um mulherão da porra.
— Casal lindão, detesto atrapalhar o clima, mas ele parou.
Voltamos atenção para o lado e ele entrava em uma casa simples do subúrbio da cidade. Alisha estacionou na frente de uma casa, mas ele estava tão cego que nem se preocupava, apenas entrou na casa e ficamos ali na espreita.
— Três horas ali, será que aconteceu alguma coisa?
— Não sei, está demorando muito mesmo.
— Acho que abriram a porta. – Ele saiu da casa e entrou no carro, ficamos um tempo ali para disfarçar e voltar a cidade.
— Devemos ir até lá.
— É muito arriscado, precisamos de um plano primeiro.
— Sofia está correndo muito risco para não agirmos.
— Você é impulsiva, Camz. Eles estão certos, vamos bolar um plano antes de agir, vamos aproveitar que estamos em vantagem. Para proteger a Sofia você pode enrolar na negativa de aceitar a empresa por agora, ele não vai te entregar agora, pede um tempo para se organizar.
— Ótimo. Escute ela, Mila. Vamos pensar em algo.
Assenti e beijei a testa de Lauren, me escorando no banco e voltando a atenção para as luzes da cidade passando pela janela do carro.
Depois disso fomos jantar e eles nos deixaram na minha nova casa. Nossa… por enquanto minha até Lauren se organizar.
— Olá, senhora Cabello, ainda estamos fazendo uns testes no sistema de segurança.
— Fiquem a vontade, Lauren e eu vamos estar no escritório caso precisem de nós. – Nos atiramos no sofá dali e Lauren ligou a TV. — Eu amei isso aqui, você mandou bem pra caralho decorando isso.
— Obrigada, Camz. Deixei meio poderoso chefão, achei mega sexy você nesse ambiente e com um charuto na mão. –
Sorri e beijei a nuca dela.
— Você pediu câmeras aqui no escritório?
— Não, só no hall de entrada e por toda a área externa, até no meio das árvores e na garagem.
— Bom… – Me levantei e tirei meus tênis, minha calça e ela nem me perguntou nada, já foi tirando a calça. A segurei pela cintura e caminhamos nos beijando para a parede mais próxima. Desci meus beijos para o pescoço dela e Lauren arranhava minha nuca. Voltamos a nos beijar, a mão dela forçou minha nuca e a outra desceu até meu membro, onde ela passou as unhas pela extensão dura marcada contra minha cueca. Gemi contra sua boca e levei minhas mãos até seu bumbum onde apertei a impulsionando para cima, ela circulou a minha cintura com suas pernas e gemeu quando meu pau ficou em contato direto contra a intimidade ela. Continuamos o beijo e eu continuei coçando contra ela, depois eu puxei minha cueca revelando meu pau totalmente ereto e ela me masturbou um pouco, mas me deu um alarde de consciência, mesmo com o clima pegando fogo.
— Porra! Eu não trouxe camisinha. – Ela me puxou para um beijo e ajeitou meu pau na entrada dela. — Ei… não confie em mim. Eu não consigo resistir para gozar fora. – Avisei mais uma vez, mas Lauren estava com aquela pupilas negras, não era mais a sensata.
— Está tudo bem, só me fode logo ou eu vou enlouquecer.
A voz dela era pura luxúria, minhas pernas bambearam, mas a penetrei devagar e quase gozei só por fazer isso. Porra! Era gostoso demais.
— Caralho! – Eu quase gritei e ela colocou o dedo contra minha boca, mordendo meu ombro para conter os gemidos que vibravam contra a minha pele. Rebolei o quadril a colocando mais contra a parede e fui a penetrando com jeito e calma.
Ela estava me marcando toda e eu nem tinha começado e já estava quase lá. Me desesperei um pouco e comecei a estocar mais rápido e fundo nela para ela chegar comigo. Coloquei meu dedo contra seu clitóris e o massageei, ela soltou um gemido agudo e me fez ir mais rápido e rebolado que consegui.
Não sei como eu consegui manter esse ritmo, meu coração batia tão forte que tamponava meus ouvidos, senti meu sangue escorrer como carros de fórmula um nas minhas veias e eu me sentia como um vulcão. Dar prazer a Lauren me fazia sentir poderosa.
— Porra, Camila! – Ela cravou as unhas na minha cintura e senti meu membro ser gostosamente esmagado no interior dela. Ela me xingava e me mordia para não gritar, mais umas estocadas e era minha vez de falar um monte de palavrões no ouvido dela, ela adorava, pois eu a sentia contraindo contra mim.
— Agora sim eu me sinto em casa. – Ela sorriu contra o meu pescoço.
— Você é gostosa demais, Camila. É um atentado contra minha sanidade.
Sorri selando nossos lábios, nos vestimos e continuamos ali nos carinhos, até o moço da segurança nos chamar para ensinar como funcionava o sistema de segurança.
NÃO ESQUEÇAM!
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Veneno
FanfictionFui presa aos 14 anos e aprendi a me virar como pude enquanto passava pelo inferno. Agora com 27 anos e com minha liberdade muito próxima, vou contar com a ajuda dos meus leais amigos para me reintegrar à sociedade. Querem saber meu crime? Se eu sou...
