Guarda legal

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Stéfani:

Haviamos retornado pra penthouse após o término do desfile. Mirella me acompanhou lado a lado até que adentrássemos o prédio com aquele tumulto lá fora, cheio de paparazzis. Tomamos banho juntas e então eu desci pra sala, bebi whisky com Lipe enquanto aguardava minha noiva descer. Ela propos que jantassemos fora, já que embarcariamos na manhã seguinte.

Madelaine:

Observei minha então madrasta, enquanto ela bebia algo alcoólico ao lado de Lipe. conversava com ele em castelhano, lingua.comum e principal na Colômbia. Ela agora vestia um vestido preto de couro, de mangas longas. Seu corpo bem definido e escultural não muito a mostra, de forma luxuosa porém simples. Seu cabelo castanhos escuro agora estava mais claro, Solto, devido o exemplar trabalho de Renner, o cabeleireiro de ambas.

 Seu cabelo castanhos escuro agora estava mais claro, Solto, devido o exemplar trabalho de Renner, o cabeleireiro de ambas

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Jantaríamos em um restaurante londrino, já que embarcariamos na manhã seguinte. Eu havia abdicado dos meus deveres no Brasil quanto a minha empresa, que estava nas mãos da minha secretária. Ela daria conta, por mais uns meses...

- Isabela: Desencosta, Beatriz! - disse irritada uma das minhas irmãs, me fazendo sair do transe.

Stéfani era uma boa mãe, qualquer pessoa podia notar Isso ao vê-la tratar as menores. Sua paciência era exemplar, tanto quanto sua gentileza e educação. Ela parecia estar sempre em um mar de calmaria, e nunca, exatamente nunca... se afogava.

Ela era carinhosa e precisa, não só com as gêmeas mas comigo também. Me transmitia a sensação de paz como Mirella, aquilo era magnificamente esplendido. Não dava pra entender, somente sentir... e sentir era Inevitável.

Ela me entendia de certa forma, não somente por ser psicóloga e saber lidar com isso. Mas por verdadeiramente dar importância.

- Rafa: Ela é perfeita... não é?-questionou, sentando-se ao meu lado.

- Madelaine: Perdidamente - respondi baixo. Era visível o carinho e amor que todos tinhamos por ela amar Predominantemente minha mãe, ela parecia outro alguém ao seu lado. Aquela frieza toda deixava de existir, e bem... a boa garota que todos amávamos retornava.

Minha mãe desceu as escadas depois de alguns demorados minutos e por fim estávamos prontos pra ir. Iríamos todos em carros separados, e bem, já não nos importávamos em sair juntos e no quanto a mídia perguntaria o que eu estava fazendo naquele meio.

- Isabela: Podemos ir com a Mads? - questionou uma das garotas enquanto ainda estávamos no elevador.

- Mirella: Por nos tudo bem - ela respondeu após olhar pra Stéfani, e a psicóloga confirmar. Era maduro e fofo como lidavam com isso, ela costumava ser egocêntrica e a dona da razão. Mas agora, a opinião de Stéfani também importava, as decisões de alguém finalmente importavam pra ela.

(...)

Mirella:

Mirella:

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